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Category : Desenvolvimento Pessoal

Comunicação x Sucesso Profissional

Todo profissional que deseja ter sucesso na carreira sabe que precisa estar em contínuo desenvolvimento, que precisa investir constantemente na ampliação de suas habilidades pessoais e profissionais, pois só assim conseguirá se destacar num mercado de trabalho cada vez mais competitivo e exigente. É bem provável que você esteja, como muitos, investindo em cursos de especialização, de idiomas, em cursos de extensão, Pós Graduações ou de reciclagem para aprimorar sua capacitação técnica. Agora, eu lhe pergunto. O que você tem feito para desenvolver suas habilidades de comunicação?

Há um fato no mundo dos negócios que é bem conhecido pelas pessoas bem sucedidas no que fazem. Não basta, apenas, receber o melhor treinamento em liderança se você não tiver desenvoltura, foco e boa oratória para dirigir-se à sua equipe. Há muita gente bem formada que tem sérios problemas na hora de comunicar ao mundos suas habilidades, portanto, não basta ser uma “um gênio” em sua área de atuação se ninguém entende o que você fala. Suas idéias brilhantes, pouco lhe valerão alguma coisa se, na hora de apresentá-las ao público, não souber ordená-las de forma convincente, e argumentar de maneira clara e objetiva. Seu sucesso é do tamanho de suas habilidades de comunicação. Se você não ocupa o lugar que acredita merecer, é porque, ainda, não aprendeu a comunicar ao mundo suas habilidades. Um bom marketing pessoal lhe será, igualmente, de pouco uso se sua fala for confusa e repleta de erros gramaticais.

A habilidade de se comunicar de forma clara e objetiva é uma das mais procuradas por empresas e líderes no mercado atual. Seja você funcionário de uma organização, empresário ou trabalhador autônomo, invista no aperfeiçoamento de sua comunicação. Desenvolva a capacidade de fazer uma boa exposição de suas idéias. Expressar-se de modo adequado e elegante, apresentar projetos com profissionalismo e ter diálogos que produzam entendimento e aceitação é fundamental para sua carreira, seus negócios e sua imagem como profissional.

Vivemos no que os pensadores modernos chamam de “A Era da Informação”, na qual o conhecimento evolui e novas idéias surgem com rapidez jamais vista. O êxito na profissão requer não apenas ter acesso a essa informação, mas também ser capaz de difundi-la com objetividade, eficiência e clareza. Existe um poder imenso nas palavras faladas, mas poucos de nos temos consciência dele. As palavras devem ser consideradas como sendo os alicerces daquilo que construímos em nossas vidas. Usamos a palavra o tempo todo e, raramente, pensamos no que dizemos ou como falamos.

São muitos os motivos que levam uma pessoa a ter dificuldades ao se apresentar para uma platéia, medo de errar o texto, de não agradar de não, parecer inteligente, clara objetiva, de não conseguir organizar as idéias, etc. Por estes motivos algumas pessoas acabam por não falar de forma adequada. Falam baixo demais ou alto demais, por tentarem causar uma boa impressão acabam por pareceram artificiais, chegam a parecer agressivas, inseguras, se expressam de forma desarticulada, não controlam o ritmo, chegam as raias de se tornarem monótonas e enfadonhas e acabam se sentindo desconfortáveis e até mesmo incompetentes.

Muitos até se esforçam para tentar agradar, mas, por falta de técnicas acabam caindo numa vala comum: falar desordenadamente, com pouca eloqüência, provocando o desinteresse da platéia. Falar em público requer algumas regrinhas básicas, mas, que sem as quais o apresentador corre o risco de parecer menos competente do que realmente é. Existe uma seqüência extremamente simples e prática e que pode ser assimilada com um mínimo de observação, estudo e esforço.

É normal encontrarmos pessoas que considerem uma boa comunicação verbal um “verdadeiro” dom. Ocorre que isto não é bem assim. Em verdade a comunicação clara e objetiva, aquela que exerce fascínio e influência é puro fruto de aprendizagem e prática.

Atualmente, em virtude dos novos tempos e da mudança do cenário competitivo mundial, observamos que as empresas têm investido pesadamente em treinamentos, como alternativa para melhorar o desempenho de seus colaboradores e se manterem no mercado.

Hoje – na era da informação – conhecimento, talento e experiência não são mais suficientes para assegurar um bom resultado; as empresas descobriram que é necessária uma boa comunicação. Descobriu-se que, neste novo ambiente, a consolidação de um ambiente aberto a diálogos deve ser considerada por se tratar de um fator fundamental para o sucesso empresarial.

Os resultados positivos só serão alcançados através do conhecimento e do comprometimento, o que só é possível em um ambiente cujo foco são as pessoas. Caberá, daqui para frente, aos gestores e profissionais de Recursos Humanos, entenderem mais do ser humano e, a partir de então, formar as equipes que estarão, verdadeiramente, comprometidas com os objetivos e as estratégias da organização.

A comunicação é fator de satisfação. É sabido que não existe método mais eficaz para se influenciar as pessoas que uma boa conversa. Pessoas gostam de se sentirem úteis, de participar, de se sentirem envolvidas e, principalmente de reconhecimento.

O profissional deve estar capacitado ao exercício de suas atividades. Nenhum profissional gosta de se sentir à margem do que acontece na empresa. Todos gostam de estar bem informados. A ausência e/ou o desencontro das informações levam à desmotivação, ao descomprometimento, rivalidade, perda da qualidade e redução nos índices de produtividade.

A comunicação tem como objetivo estabelecer e facilitar a execução das atividades de todos. Existem vários canais de comunicação que podem e devem ser utilizados; desde uma simples conversa, cujo diálogo seja aberto e franco, a boletins internos, revistas, murais, reuniões periódicas grupos de reflexão, treinamentos internos e externos, enfim, programas que visem, além da troca de idéias e informações, a convivência com as diferenças, extirpando, de forma antecipada, a existência da “Rádio Peão”.

Os investimentos no aperfeiçoamento da comunicação entre empresa/funcionários e funcionários/funcionários, clientes e fornecedores não são ou serão tidas como despesas e sim como investimentos que trarão receitas para as empresas. Assim a partir do momento em que esta troca estiver estabelecida entre organização e colaboradores todos sairão ganhando.

* Prof. David Lima Jr. é Palestrante e Empresário, é Professor Especialista em Comunicação Verbal, Vendas e Atendimento à Clientes. É Graduado em Comunicação Social e Jornalismo, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas e Administração de Negócios pela Faculdade Ítalo-Brasileira. É Professor Universitário em Secretariado Executivo Bilíngüe, Marketing e Pedagogia. Entre seus clientes, destacam-se: ESTRADA TRANSPORTES, INMETRO, PETROBRÁS, UNIMED PAULISTANA, MULTIALOY, EMIVE, CENTRO AUDITIVO TELEX, entre outros.

Texto extraído do site www.rumoaosucesso.com.br

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Felicidade – O prazer de se sentir bem e pleno

Felicidade… todos nós já sentimos ela algumas vezes. Essa palavra nomeia um objetivo em comum a todos os seres humanos: sentir-se feliz.

A verdade é que durante toda nossa vida perseguimos esse sentimento, que descobrimos logo no início de nossa jornada. Após a nossa fecundação e descoberta de consciência, nossos sentidos (a primeira sensação tátil, o primeiro gosto na boca, o primeiro barulho, o primeiro cheirinho e, finalmente, a primeira imagem – ainda turva – e como elas podem ser infinitamente diferentes), descobrimos sorrisos, choros, carinhos e tapas, tombos e passos… os abraços e a coragem de seguir em frente, e, assim até hoje.

Inicialmente, descobrimos a felicidade através do prazer puro. Depois esse prazer vai se misturando e somando a uma série de outras sensações como realização, bem-estar, amor, prazer, poder, reconhecimento, aceitação, satisfação, saciedade, conquista, dentre outros.

No entanto, talvez tivéssemos que repensar sobre a conquista da felicidade como algo definitivo. Por natureza somos seres em constante evolução e progresso, e, tentar conquistar a felicidade através de algo que pareça imutável, possa nos colocar numa situação de comodidade, que vai de encontro à nossa natureza.

A acomodação gera apego, e, apego gera infelicidade, pois nos tornamos escravos do medo da perda do objeto amado. Dessa forma, ao invés de avançarmos para novas jornadas, nos tornamos fugitivos, nos escondendo de tudo que é novo, com medo de sermos roubados ou incomodados. A fuga é um movimento anti-evolucionário, porem nunca poderemos nos esconder de nós mesmos, da nossa essência.

Felicidade é um sentimento ligado a novidade – o novo nos excita tanto quanto pode nos frustrar quando não conseguimos entendê-lo, ou, quando não sabemos como lidar com ele – isso nos causa “tristeza”.

Devido a essa natureza evolutiva e progressista em busca da novidade, nosso cérebro é um constante solucionador de problemas e está sempre em busca de um desafio novo. A cada vitória, ele produz hormônios que nos geram indescritíveis sensações de bem-estar = felicidade.

Mas, invariavelmente, a conquista está relacionada ao “ter” e ao “poder”, que remetem a algo que deve ser mantido. E é na tentativa de manter a conquista que geramos o apego e o medo de perder, parando de evoluir. Cabe esclarecer que felicidade não é a soma de conquistas acumuladas, e, sim a liberdade de seguir em frente tendo a certeza de que tudo é momentâneo.

Alguns podem avaliar que essa maneira de pensar poderá nos tornar pessoas avassaladoras. Mas a verdade é que se nos acomodarmos a uma felicidade já conquistada, acabaremos por nos tornarmos apegados e egocêntricos, enquanto que para sermos felizes precisamos desenvolver o desapego e o egoísmo.

Falar sobre egoísmo é entrar num assunto polêmico, já que a nossa cultura castiga o egoísmo como pecado, justificando a modéstia excessiva, a humildade quase humilhante e a caridade por falta de amor próprio como condutas mais aceitáveis.

Vamos recorrer ao segundo mandamento instituído por Jesus Cristo e aceito culturalmente pela maioria das pessoas: “Deves amar ao próximo como a ti mesmo.”. O que realmente quer dizer essa frase? Ela compara o amor ao próximo com o amor próprio, ou seja, devemos amar ao próximo com a mesma intensidade que nos amamos. Então, só é capaz de compreender o amor ao próximo quem tiver o verdadeiro amor próprio.

Será que amor próprio e egoísmo caminham juntos? Egoísmo é amar a si mesmo e aos seus interesses, antes de tudo…

Quem se ama está pleno de si mesmo, logo está feliz, e, não se acomoda, pois sabe que pode ir mais longe.

Quem se ama sabe como pode ajudar e amar ao próximo sem se tornar escravo dele, deixar de viver sua vida, ou impedir que o outro evolua sufocando-o com o seu próprio estilo de vida.

Ainda podemos nos perguntar: Mas e quanto à caridade e o sacrifício?

Caridade e sacrifício não são sinônimos de suicídio. Para fazer caridade você tem que ter para poder doar sem sentir culpa ou sentir o direito de poder cobrar num momento oportuno, ou ainda, sentir-se favorecido, nem mesmo tomar para si a caridade como pagamento de erros e dívidas, como algo a ser dado em troca de um autobenefício futuro.

Sacrificar-se a algo ou por alguém envolve uma missão extraordinária, na qual, nunca poderemos exigir que aquilo pelo que nos sacrificamos tenha qualquer atitude por causa de nosso sacrifício. O sacrifício reforça o direito de livre-arbítrio do outro.

Tanto a caridade como o sacrifício quando genuínos nos geram felicidade quando estão fortalecidos pelo amor próprio e egoísmo.

Algumas pessoas acabam conhecendo o amor próprio quando se tornam conscientes e capazes de se sacrificar e fazer caridades a si mesmo. Elas concedem permissão a si mesmos para serem felizes, e, essa permissão funciona como um despertar para a vida.

Felicidade é também um sentimento constrangedor, pois rir de felicidade sozinho no meio da rua o torna aparentemente um louco. Torna-se tão constrangedor que a pessoa feliz é vista por alguns como solitária. Enquanto que a tristeza é um sentimento mais coletivo, pois ela exige que as pessoas acolham quem estiver passando por um momento triste. A pessoa feliz, plena de si, pode dar a idéia de que não precisa de mais nada, pelo contrário, ela acaba sendo cobrada por se sentir bem.

Talvez felicidade seja o sentimento mais individual que exista. E quando uma pessoa que não está feliz observa alguém se sentindo muito bem, outro sentimento pode aparecer: a inveja, que nada mais é do que o anseio em querer algo e não conseguir, sentindo-se incapaz de conquistar, atribuindo o sucesso do outro à sorte. Logo após a inveja vem a raiva do outro e de si mesmo.

Sendo a felicidade esse sentimento tão particular e introspectivo, ao mesmo tempo é impossível escondê-lo ao entrar em contato com ele. No entanto, nem todos pagam o preço de serem felizes, já que como comentamos, ser feliz envolve prazer pela liberdade e desapego, infinito amor próprio, além de estar preparado para lidar com o constrangimento, a inveja e a raiva alheia. Talvez por isso, há quem diga que quem é feliz é egoísta.

A verdade é que a felicidade é contagiante quando abrimos nosso coração para recebê-la, como ela vier. É hora de se desprender do passado, esvaziar nossas mãos, coração, mente e espírito daquilo que já passou. Receba cada evento que lhe acontecer como novidade, deixe seu cérebro se deliciar com a possibilidade de tudo lhe parecer novo. Permita-se redescobrir o mundo através da janela de sua casa. Olhe para as pessoas enxergando nelas o mesmo potencial que existe em você. Orgulhe-se de seu reflexo no espelho, pois ele reflete a verdade que existe em você. Não protele decisões para que não desperdice tempo organizando-as. Viva cada dia da sua vida percebendo como você é importante para o universo e como ambos são integrados.

Bem vindo ao mundo, seja feliz tanto quanto puder imaginar ser!

Vanessa Ferreira Cury

Fonte: Artigos

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Melhorando Seu Desempenho

Aumentando Seu DesempenhoAs Olimpíadas de 2012 já estão chegando, e acontecerão em Londres, capital da Inglaterra. Eu adoro ver as olimpíadas, porque gosto de ver os atletas competindo e dando o melhor de si no que talvez seja a batalha de suas vidas.

Podemos aprender muito com eles, pois não somos muito diferentes. É simples. Pergunte a qualquer atleta que chegou até as olimpíadas o que eles fizeram para estar lá e eles vão dizer as mesmas coisas: “Muito treino” ou “Muito trabalho duro” ou “Me dediquei muito”.
Sendo assim, acreditar em si mesmo é o segredo que um atleta olímpico tem de saber. Além de estar batalhando pelo sonho de sua vida, existe um país inteiro torcendo e cobrando por sua vitória, além de estar sendo assistido pelo mundo inteiro. Já imaginou?

Imagine, ter de acordar bem cedo na manhã (as vezes antes do sol nascer) para treinar, então ir trabalhar ou continuar treinando (dependendo do nível do atleta), depois ir até a academia ou personal trainer para treinar força física, e finalmente ir dormir. E não vamos esquecer da alimentação que deve ser perfeita, não podem sair da dieta recomendada, e sempre aprendendo técnicas e estratégias novas para se tornarem melhores. Isso tudo não dura apenas alguns dias, mas sim muitos anos, e eles repetem o processo todos os dias até as olimpíadas. Isso sim é comprometimento com os sonhos!

Agora, você talvez não tenha que se esforçar tanto como eles para alcançar os objetivos que você traçou, mas os problemas que estes atletas encontram podem (e provavelmente irão) acontecer com você. Tenho certeza absoluta que os atletas ficam desanimados de tempos em tempos, afinal eles são humanos como todos nós. Também existem os fatores das lesões ou machucados que acontecem vez ou outra, e podemos traduzir isso para o nosso cotidianos como acontecimentos indesejados ou imprevistos. Então acreditar em si mesmo é o grande fator que mantém os atletas na ativa. Continuar acima de tudo!
Não estou falando sobre ficar sonhando e dizer ”eu consigo”; quero dizer realmente acreditar e ter certeza! Acreditar com tanta certeza que você sente na sua pele, sente arrepios quando pensa no seu sonho. É uma sensação tão forte que você sabe que está a caminho do sucesso. Uma mudança do lado de fora começa com uma mudança do lado de dentro.
Para tal, você precisa saber sobre os 6 segredos para o sucesso. Sim, são 6 pequenos passos que podem mudar sua vida:

1- Definir suas metas
2- Imitar e aprender com pessoas bem sucedidas
3- Mudar o modo como pensa
4- Aprender e pesquisar
5- Acreditar em você
6- Agir

Acreditar em você mesmo é um fator tão importante que darei um exemplo. Thomas Edison, tentou por milhares de vezes até que finalmente conseguiu fazer a lâmpada funcionar. Repito, milhares de vezes! Quantas vezes você acha que ele teve que parar, voltar, calcular novamente, re-desenhar seu invento até que finalmente funcionasse? E acha que ele não se sentiu desanimado nenhuma vez?

Continue acreditando em você. É difícil explicar mas existem momentos cruciais na vida em que temos que tomar uma decisão. E a decisão é muito simples. Ou você acredita tanto que você alcança o sucesso alguma hora, ou você não acredita o suficiente e desiste. Acreditar é o que determina quem vai ter sucesso ou aqueles que vão ficar reclamando pelo resto de suas vidas.

É claro que nas olimpíadas só há um vencedor para a medalha de ouro. Mas mesmo para a pessoa que chegou em último lugar, ele ainda está muito acima do resto do mundo. E o que o faz estar acima, é que ele acreditou em si mesmo para estar lá. Se você acreditar em você, encontrará sucesso em sua vida.

Grande Abraço!
Gabriel Simões

Fonte: Artigos

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Quem Mexeu No Meu Queijo

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