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Category : Empreendedorismo

Dicas Empreendedorismo Herbalife

Dividir para conquistar

Se você é especialista em uma única área, como desenvolvimento, design ou publicidade, não tente fazer tudo sozinho. Procure formar parcerias com características complementares à sua. Além de ganhar com o pouco do networking, pode trazer falhas ao seu produto.

Amigos e negócios à parte

Perdoado o clichê, não é por que você está cercado de amigos que tudo vai dar certo. O fundamental é que os objetivos estejam alinhados e as responsabilidades bem definidas, preferêncialmente através de contrato, independentemente se você vai trabalhar com o amigo de infância ou com um profissional que acabou de conhecer.

Antes de tudo, saiba vender

Você pode ter um ótimo produto com ótimo custo/benefício, mas nunca vai conseguir vendê-lo se não souber convencer o cliente disso. Se essa não é sua praia, pense novamente nas parcerias.

Fonte: cursodeecommerce

Roberto Shinyashiki fala sobre EMPREENDEDORISMO

Roberto Shinyashiki fala sobre EQUIPES

O Marketing Viral

A Visão do Futuro

“Uma visão sem ação não passa de um sonho.
Ação sem visão é só um passatempo.
Mas uma visão com ação pode mudar o mundo”.
(Joel Barker)

As frases acima fecham com chave de ouro o excelente vídeo A Visão do Futuro, produzido por Joel Barker, o qual costumo apresentar ao final de algumas palestras devido ao seu incontestável poder reflexivo. Não há como ir para casa sem se perguntar: “O que estou fazendo comigo, com minha família, com minha carreira, para ser feliz?”

O texto de hoje tem este objetivo. Quero despertar em você a auto-reflexão sobre como tem tratado sua vida profissional, sobre como você se imagina em um, cinco, dez e vinte e cinco anos.

Desejo que você desligue este piloto automático de sua vida, através do qual você não conduz, mas é conduzido por uma rotina sem sequer saber para qual direção. E passe a vislumbrar diante de si apenas duas palavras: sonhos e futuro.

Futuro e Liderança

O futuro não é o lugar para onde estamos indo. É o lugar que estamos construindo e que dependerá daquilo que fizermos no presente. Por isso, a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.

Aqueles que constróem o próprio futuro, constróem o futuro dos outros. A capacidade de empreender o próprio futuro está se tornando uma questão de sobrevivência. Administrar bem um negócio é administrar seu futuro; e administrar seu futuro é administrar informações. O futuro não é mais sobre tecnologia. É sobre informação processada como conhecimento. Se a história testemunhou a triste divisão entre nações ricas e pobres, o futuro pode nos reservar a separação entre as que sabem e as que não sabem.

Nenhuma empresa sobreviverá se depender de gênios para administrá-la. Ela precisa ser capaz de ser conduzida por seres humanos medianos. Lidar com gente já é difícil. Levar gente a enxergar o futuro é ainda mais difícil. Jack Welch colocou com propriedade que os gerentes fracos acabam com as empresas, acabam com os empregos. A melhor pessoa do mundo no negócio ou no cargo errado ainda tem alguma chance. O melhor negócio ou cargo do mundo com a pessoa errada não tem chance nenhuma.

Profissionais com perfil empreendedor são diferentes, pois onde todos vêem problemas, estes enxergam oportunidades. Viajam num carro chamado imaginação, tendo a criatividade como co-piloto, a meta como motor e a persistência como combustível. Sabem que só o melhor é suficiente e controlam direta ou indiretamente o destino de muitas pessoas. Fazê-las vibrar com a mesma intensidade com o intangível futuro criado em nossas mentes é missão suprema alcançável através da liderança. E o verdadeiro líder é aquele que consegue capilarizar esse sentimento nos grupos por onde passa.

Sonhos e Metas

O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos. E, parafraseando Victor Hugo, não há nada como um sonho para criar o futuro. Tudo isso pode parecer piegas, mas você deve continuamente monitorar seus passos em relação aos seus sonhos e nunca se afastar deles. Se preferir ser mais técnico, menos filosófico, substitua a palavra “sonhos” por “metas”. Mas siga sempre confiante em direção ao cumprimento de seus planos, reto como uma flecha, pois o que torna um sonho irrealizável é a inércia de quem o sonha. O homem nunca pode parar de sonhar. O sonho é o alimento da alma, como a comida é o alimento do corpo.

A maioria das pessoas toma os limites de seu próprio campo de visão como os limites do mundo. Elas vêem as coisas e dizem o porquê delas. Já os vencedores dizem: “Por que não?” Poucos aceitam o fardo da própria vitória; a maioria desiste dos sonhos quando eles se tornam possíveis. O primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos é a falta de tempo. As pessoas mais ocupadas têm tempo para tudo. As que nada fazem estão sempre cansadas. Nunca temos tempo para fazer direito. Mas sempre temos tempo para fazer de novo…

“Eu tive um sonho de que meus quatro filhos um dia irão viver em uma nação onde não serão julgados pela cor de sua pele, mas sim pelo conteúdo de seu caráter”. Quando Martin Luther King Jr. proferiu estas palavras em seu famoso discurso, encontrou evidentemente grande resistência no seio de uma sociedade conservadora e racista que ainda hoje prima por ser preconceituosa. Seu pensamento “subversivo”, entretanto, encontrou aliados. King não pôde viver para presenciar o efeito de seus atos. Mas o tempo encarregou-se de concretizar seu sonho. Se não o de igualdade, ao menos o de oportunidade.

Sempre que ensinar, ensina também a duvidar do que ensina

Não precisamos saber nem “como” nem “onde”, mas existe uma pergunta que todos nós devemos fazer sempre que começamos qualquer coisa: “Para que tenho que fazer isso?” Voltando ao início deste texto, você conduz ou é conduzido? Você escolheu ou foi escolhido por sua profissão, por sua empresa?

Entre o certo e o errado há sempre espaço para erros maiores. A vida nem sempre é baseada nas respostas que recebemos, mas também nas perguntas que fazemos. Eu, particularmente, ao repassar minha vida, sinto que sempre estive numa corrida de obstáculos, sendo eu, o maior de todos. A grande chave para a satisfação é algo que quase sempre nos escapa. Não é conseguir o que queremos, mas sim querer aquilo que conseguimos.

Toda glória é fruto da ousadia. A ousadia de tentar ser sempre melhor. Não é tarefa fácil, pois há sempre uma casca de banana à espreita de uma tragédia. E sombras são sempre negras, mesmo sendo de um cisne. Mas espero ver você refletindo repetidamente sobre o que conversamos aqui hoje – sonhos, futuro, objetivos – corrigindo sempre sua rota e banhando-se nas águas permanentes da mudança.

Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo.

PS: O texto utiliza frases de Amyr Klink, Arthur Schopenhauer, Clemente Nóbrega, Eleanor Roosevelt, Gandhi, Jack Parr, Paulo Coelho, Pedro Mandelli, Peter Drucker, Ronaldo Sardenberg, Tancredo Neves, Tom Morris.

Tom Coelho tem graduação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP e especialização em Marketing pela MMS/SP e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA/USP, é empresário, consultor, escritor e palestrante, Diretor da Infinity Consulting, Diretor do Simb/Abrinq e Membro Executivo do NJE/Fiesp. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.

Fonte: Chance

Trabalhando sem empregos

“O que está desaparecendo hoje não é apenas um certo número de empregos, ou empregos de certas áreas econômicas, ou empregos de alguma parte do País (…) O que está desaparecendo é a coisa em si: o emprego.”
(William Bridges)

O fragmento acima foi extraído do livro que causou grande impacto no mercado americano há alguns anos: “Um Mundo Sem Empregos” (Job Shift), do Ph.D, consultor e conferencista americano William Bridges.

Antes deste trabalho, outros autores já haviam detectado algumas peças do quebra-cabeça, como Alvin Tofler em “A Terceira Onda”, John Naisbitt em “Megatrends” e Faith Popcorn no “Relatório Popcorn”, porém foi Bridges que soube agrupá-las melhor.

Não é de hoje que percebemos as mudanças nas relações trabalhistas, mas durante muito tempo não compreendemos o que estava realmente acontecendo. Nos foi dito que era a recessão, transformações políticas etc, mas havia um motivo muito mais forte a considerar: o fim da Era Industrial.

Hoje, que a economia parece tentar se reerguer, nos deparamos com os mais críticos problemas sociais gerados nesta transição – fome, desemprego, abandono, desilusão…

O operário de fábrica, que aprendeu a desenvolver seus músculos e aceitar a escravidão trabalhista como regra, agora está desesperado, pois não sabe viver sem o suporte do emprego. Na classe média a droga é outra, mas a dependência é a mesma.

Desde cedo, fomos adestrados para aceitar a exploração da nossa força de trabalho pelo empregador no ritmo “nove às seis”.

Nos acostumamos a receber menos do que merecemos. Não importa se somos Office Boy, Administrador de Empresas, Merendeira ou Físico Nuclear, pois, enquanto empregados, somos escravizados do mesmo jeito.

É verdade e Bridges está certo. O emprego tradicional não tem muito futuro na sociedade pós-industrial.

O dinamismo do mercado não sustenta mais o inchaço provocado por profissionais ociosos. É a reengenharia que surgiu das empresas para forçar a atualização de todas as relações trabalhistas.

Não basta negar e seguir como se nada estivesse acontecendo. A própria lei da oferta e da procura fez cair os salários e eliminar qualquer parâmetro de segurança financeira e estabilidade.

Os jovens formandos, ainda acostumados com o espírito de guerrilha incutido pelos jornais e TV, vendem seu vigor por meia dúzia de bananas, dois vales- transporte e um ticket-enrolação.

Todos assistem o surgimento de milhares de sub-empregos, bicos e atravessadores, mas ninguém se dá conta que o melhor seria profissionalizar o bico e se tornar um autônomo (a maioria dos empregos vai desaparecer).

Hoje, o eletricista, o feirante e o pintor-de-paredes acabam ganhando mais do que muito trainee das grandes empresas. Tudo isto porque são donos do seu próprio negócio e – uma vez conquistada a clientela – têm muito mais segurança do que a maioria dos engravatados.

William Bridges é claro ao dizer que as pessoas devem se administrar como empresas individuais. De preferência, especializadas em algo que o computador ainda não possa fazer.

Já passamos da era fria e calculista do trabalho mecânico, repetitivo. Neste momento, as empresas estão procurando o ser-humano de novo, para solucionar aqueles vazios que a máquina nunca irá substituir.

Procuram-se cérebros criativos, determinação, liderança, atitude… valores humanos em geral. Procuram-se pessoas capazes de reagir à rapida evolução das coisas, com jogo-de-cintura para o que der e vier.

“Eu não sei”, “eu não consigo”, “eu não levo jeito” são frases banidas do mercado “sem empregos”.

Neste novo quadro social, espera-se que as pessoas procurem o próprio desenvolvimento e estejam prontos para negociar seu valor como trabalhadores temporários independentes.

Fonte: Chance

Sucesso, uma responsabilidade individual

Nem todas as pessoas estão preparadas para assumir a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso em suas vidas. Na verdade, a maioria delas prefere culpar fatores externos pelas condições atuais em que se encontram.

Você já deve ter ouvido frases como: “Eu não tive oportunidade” , “Se meus pais tivessem me ajudado” e muitas outras. Pior que isso, são muitos ditos populares que estimulam as pessoas a continuarem sem tomar qualquer ação diferente em suas vidas, aguardando que alguma coisa nova aconteça, por exemplo: “Mais vale um pássaro na mão que dois voando” , “Melhor pingar do que secar” e “Dinheiro não traz felicidade”.

Certamente, dinheiro não é tudo em nossas vidas, mas é incoerente alguém dizer que o dinheiro é uma coisa “ruim”, ao mesmo passo em que perde horas e horas do seu dia desenvolvendo um trabalho qualquer com a finalidade de consegui-lo para se manter. Pessoas que não fazem as “pazes” com o dinheiro vivem no limite da sobrevivência e sempre encontram desculpas para justificarem sua situação.

Você já percebeu como é fácil justificar o fracasso? Pois é, se você desistir hoje de conseguir algo de bom em sua vida, hoje mesmo conseguirá explicar isso com grande facilidade a quem quer que te pergunte, e o mais incrível é a facilidade com que as pessoas tem em acreditar nos motivos que te levaram ao fracasso. Tentar explicar o sucesso continua sendo uma tarefa bem mais difícil. As pessoas costumam duvidar da capacidade dos outros como reflexo das suas próprias franquezas.

A grande diferença entre pessoas bem-sucedidas e as mal-sucedidas está justamente nesse ponto. As pessoas bem-sucedidas ou prósperas não se deixam levar pela massa. São pessoas diferentes, que carregam em si um grande censo de liderança e poder pessoal. São pessoas que conseguem influenciar o ambiente em que estão e não se deixam dominar por forças negativas. Estão sempre bem humoradas e afirmam, com atos e palavras, que sua vida é muito boa, mesmo enfrentando dificuldades. Sabem que elas são passageiras e conseguem manter a visão em seus objetivos.

Objetivo é outra coisa que não pode faltar em sua vida. Ele é mais que sonho, é real. É ele que te motiva a persistir e enfrentar os desafios. Sonhe e transforme seus sonhos em objetivos. Muitas pessoas não conseguem ver que sem objetivos não podemos fazer nada na vida.

Imagine sair de casa pela manha e pegar o primeiro ônibus que passar pela sua frente, descer em qualquer lugar, seguir para qualquer rua, sem saber aonde está indo. Me diga, onde você irá chegar?

Se você quer ter sucesso em sua vida, seja no Marketing de Rede, o que nos deixaria muito feliz, ou em qualquer outro negócio, antes precisa parar um pouco e estabelecer seus objetivos. Traçar metas a curto, médio e longo prazo, vibrar a cada nova conquista, se preparar…

Torne-se um especialista no que faz. Seja o melhor que puder, trabalhe pelo prazer em algo que goste muito e o dinheiro será uma conseqüência inevitável, pois ele vem do reconhecimento sobre o seu trabalho e dedicação.

Através de você, pessoas se sentirão motivadas e fortes a enfrentar novos desafios, isso te dará poder pessoal e muitas pessoas reconhecerão sua liderança.

Depois disso, a escolha é sua. Ninguém fará a sua parte e ela é a mais difícil. Sua parte é assumir a responsabilidade pelo seu sucesso.

Angelo Epifanio é líder de vendas diretas há doze anos. Há quatro estuda Marketing Multinível e PNL.

Fonte: Chance

Objetivo definido

Analisando os aspectos que possibilitam a um individuo obter sucesso em sua vida, seja de forma profissional ou pessoal, identificamos claramente três fatores indispensáveis:

1) é preciso existir um objetivo definido;

2) ter uma estratégia que possibilite conquistar este objetivo e;

3) desenvolver uma disciplina diária que viabilize esta conquista.

Muito se fala sobre o sucesso, muitas são as fórmulas para se obter e ser um sucesso, mas independente do modelo adotado, vemos que todas apresentam em sua estrutura estes três fatores. Sabemos que existem outros ingredientes e acreditamos que também são importantes, mas sem a estrutura principal não é possível obter nenhum tipo de sucesso.

Inicialmente, precisamos escolher um objetivo específico e depois buscar as condições necessárias para alcançá-lo, desde o conhecimento, até as habilidades, a determinação, entre outros. Tendo um objetivo, podemos criar um plano de trabalho, estabelecer metas, determinar o tempo e definir o quanto precisamos investir neste sonho.

Definida a estratégia sobre o que fazer, passamos à execução do plano idealizado, desenvolvendo as rotinas de trabalho e atribuindo as disciplinas diárias e necessárias para que os resultados apareçam.

O mais incrível é que, enquanto buscamos os resultados e caminhamos para a conquista do nosso objetivo, acompanhamos o nascimento de uma enorme vontade de realização, vemos a criação de um imenso compromisso e nos tornamos extremamente determinados e focados.

Parece simples quando observamos as outras pessoas fazendo, mas o que sentimos quando tentamos é que as coisas não são assim tão simples como deveriam.

O ponto de partida é essencial e precisamos dedicar especial atenção a ele, pois dele depende todo o restante. O que notamos é a grande dificuldade que temos em descobrir o que queremos exatamente. Percebemos que conseguir identificar o que se quer é muito delicado, é extremamente difícil e muitas vezes complicado, pois são tantas as possibilidades e as oportunidades que temos a nossa frente, que as escolhas se tornam um verdadeiro desafio.

Como desvendar este enigma? Como resolver esta enorme incógnita?

O que normalmente nasce e floresce em nossa mente são as dúvidas e as incertezas.

Será que a minha escolha será definitiva? Será que minha decisão é a mais apropriada para minha vida? Será que as minhas aptidões são propícias e correspondem as minhas escolhas? Será que futuramente não vou me arrepender da decisão que eu tomei?

Pode acontecer que a oportunidade que eu preciso ainda não tenha aparecido, por alguma brincadeira do destino ainda não me deparei com o que o futuro me reserva. E se acaso isto acontecer, como saber identificá-la e acolhê-la?

Certamente, enquanto as dúvidas fizerem parte das escolhas e das possibilidades, o que prevalecerá será a insegurança e a incerteza.

Como determinar então um objetivo específico? E se não definirmos um objetivo, como poderemos passar ao próximo estágio? Como podemos estabelecer uma estratégia específica para se atingir um objetivo ainda indefinido? Como fazer planos para se conseguir algo que não se sabe exatamente o que é? Como podemos ser disciplinados e fazer o que é preciso quando não sabemos o que queremos e não temos idéia do que é preciso ser feito?

Se não conseguirmos definir o que queremos, automaticamente não teremos condições de viabilizar os processos e os mecanismos necessários para a conquista dos resultados com os quais produziríamos qualquer tipo de sucesso.

Como assumir um compromisso, como ser determinado, como iniciar a caminhada sem saber para onde se vai?

Muitas pessoas vêem a vida passar, perdidas e estáticas, sem conseguir obter qualquer resposta.

E se isto acontecer, o que deveriam fazer? Escolher qualquer opção? Procurar ajuda? Onde, de quem? Escolher por afinidade? Por aptidão? Por indicação? Por imposição? Pela necessidade? Pela dificuldade? Pela sorte?

A grande verdade é que, seja qual for o critério utilizado, sem a definição do que se quer, e sem a certeza de que a escolha realizada é a mais apropriada, o sucesso torna-se uma enorme impossibilidade.

É preciso identificar o que se quer, é preciso ter um objetivo verossímil e possível. E preferencialmente buscar objetivos que tragam algum tipo de satisfação e proporcionem alegria e realização, seja pessoal ou profissional. Objetivos que melhorem a sua vida, que proporcionem mudanças positivas e motivem seu crescimento e desenvolvimento.

Tendo um objetivo definido, todo o resto é possível, todo o resto é desejável e suportável. A questão passa a ser quando vou ter ou ser, e deixa de ser o que eu quero. Significa dar um sentido a sua vida e justificar a sua própria existência. Significa deixar de esperar que algo aconteça e fazer algo acontecer. Deixar de apenas sonhar com um futuro melhor e passar a buscar um presente mais digno, conquistando a certeza de um futuro muito mais promissor.

Lembrem-se:

Objetivo definido,
trabalho realizado,
resultado conquistado,
sucesso garantido.

Luiz Carlos Bueno dos Santos é líder de Marketing Multinível.

Fonte: Chance

Negócio é negócio!

Que negócio é este?

Um negócio é um negócio, não importa onde, como ou porquê. Se for um negócio, é um negócio e ponto final.

Qual é o seu negócio?

Esclarecendo, negócio é interesse, comércio, mercado, tráfico, coisa, trem (isto para os mineiros), troço, idéia, troca, etc.

Vivemos a Era do Empreendedorismo onde ser empreendedor não é apenas ter um negócio, é ser ativo, arrojado, inovador.

Quem tem um negócio, tem que ser empreendedor, tem que ter visão de futuro, crescimento, continuidade, permanência.

Ser empreendedor é questão cultural. Quem compreender o poder da palavra, pode mudar sua vida, seu estado e até o seu país.

Qual é o seu negócio?

Você acredita nele?

Você é empreendedor?

O que você quer com o seu negócio?

Só você pode responder estas perguntas.

Só você pode fazer com que as respostas se tornem realidade.

O que é preciso para que tudo aconteça?

1 – Querer fazer o negócio;
2 – Acreditar no negócio que você faz;
3 – Fazer acontecer.

Você tem que querer, deve acreditar, mas tem que fazer acontecer.

O poder está em nossas mãos!

Basta você querer, acreditar e fazer acontecer.

Neide Mendes é artista plástica, maquiadora e designer de interiores.

Fonte: Chance

Visão de Empreendedor

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