10 dicas para ser um empreendedor
Posted by admin at 00:05
Nunca como hoje, as empresas precisaram de verdadeiros “empreendedores”. Cada funcionário deve ter a atitude e comportamentos de “dono do negócio” e as empresas de sucesso são aquelas que tem em seus quadros verdadeiros “empreendedores”.
Quais as principais características de um “empreendedor”? Aqui vão elas:
1. Boas idéias são comuns a muitas pessoas. A diferença está naqueles que conseguem fazer as idéias transformarem-se em realidade, isto é, implementar as idéias. A maioria das pessoas fica apenas na “boa idéia” e não passa para a ação. O empreendedor passa do pensamento à ação e faz as coisas acontecerem;
2. Todo empreendedor tem uma verdadeira paixão por aquilo que faz. Paixão faz a diferença. Entusiasmo e Paixão são as principais características de um empreendedor!
3. O empreendedor é aquele que consegue escolher entre várias alternativas e não fica pensando no que deixou para trás. Sabe ter foco e fica focado no que quer;
4. O empreendedor tem profundo conhecimento daquilo que quer e daquilo que faz e se esforça continuadamente para aumentar esse conhecimento sob todas as formas possíveis;
5. O empreendedor tem uma tenacidade incrível. Ele não desiste!
6. O empreendedor acredita na sua própria capacidade. Tem alto grau de auto-confiança;
7. O empreendedor não tem fracassos. Ele vê os “fracassos” como oportunidades de aprendizagem e segue em frente;
8. O empreendedor faz uso de sua imaginação. Ele imagina-se sempre vencedor;
9. O empreendedor tem sempre uma visão de vários cenários pela frente. Tem, na cabeça, várias alternativas para vencer;
10. O empreendedor nunca se acha uma “vítima”. Ele não fica parado, reclamando das coisas e dos acontecimentos. Ele age para modificar a realidade!
Pense nisso. Você tem estas características? Como é o seu pessoal? Você já pensou em criar programas para desenvolver no seu pessoal o necessário espírito empreendedor para enfrentar os desafios deste final de século?
Prof. Marins, é antropólogo, escritor e consultor de empresas.
Conheça mais: http://www.anthropos.com.br/conteudo.php?id=99&cat=5
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Dicas para vencer o medo de montar um negócio
Posted by admin at 00:02
Se você tem vontade de ser um empreendedor, veja como é possível deixar a insegurança de lado e partir para essa jornada
Atire a primeira pedra quem nunca teve vontade de montar um negócio. Seja numa situação de desemprego, seja pela vontade de ganhar autonomia, ah, com certeza todo mundo já foi cutucado pelo desejo de se tornar o próprio patrão. Mas a grande questão é: quantos desistem de colocar o seu sonho em prática? A maioria dos “aspirantes” a empresários, com certeza, joga a toalha antes mesmo de dar o primeiro passo. A razão está no medo. As pessoas têm pavor de apostar seu capital na montagem de um negócio e acabar perdendo investimentos que muitas vezes demoraram anos para serem acumulados.
Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Ibmec São Paulo, diz que o Brasil tem muitas oportunidades, mas os empreendedores não estão bem preparados para aproveitá-las. E acabam sucumbindo. Cerca de 80% das micro e pequenas empresas brasileiras fecham as portas no primeiro ano de existência. Além dos ventos muitas vezes desfavoráveis que afetam a economia brasileira, a razão para o fracasso está na falta de planejamento. Com os pés no chão, a chance de vencer a insegurança e ser bem-sucedido aumenta muito.
Os que alcançam o sucesso são aqueles que corretamente identificam as oportunidades e tiram bom proveito delas. E que não se intimidam. “Acima de tudo, é importante ter perseverança, determinação e não se deixar levar pelas circunstâncias agressivas, que muitas vezes ameaçam a construção de um negócio. É fundamental levantar-se rapidamente das quedas”, afirma Hashimoto.
Apesar de todos os empecilhos, o número de pessoas que se aventuram em busca de seus ideais é grande no Brasil. Não é à toa que o país está sempre em lugar de destaque quando se fala em empreendedorismo. Paulo Veras, diretor geral do Instituto Endeavor, diz que o perfil do brasileiro é marcado por ousadia. “O brasileiro se sente mais confortável em lidar com o risco do que outros povos”.
O medo que envolve montar um negócio estará sempre presente. Ele é até saudável, desde que não imobilize. O livro Como Fazer uma Empresa Dar Certo em um País Incerto, editado pelo Instituto Endeavor, descreve a importância do medo: “(…) O medo de não dar certo é absolutamente essencial, pois serve para que o empreendedor conheça seus limites e calcule o tamanho de seus riscos”.
Se você se inclui no universo de candidatos a empreendedores que têm vontade de montar um negócio, mas estão tomados pelo medo dos riscos e incertezas, juntamos 20 dicas, dadas por especialistas em empreendedorismo, para ajudá-lo a criar coragem para ir em frente e construir uma história de sucesso. Dê seu primeiro passo e boa sorte!
Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios
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Dicas de Empreendedorismo para ter Sucesso nos Negócios
Posted by admin at 00:01
Muitos pensam que para ter sucesso no mundo dos negócios basta ter Capital, definir a área de atuação, ter conhecimentos básicos sobre mercado e algum conhecimento do ramo de negócios. Mas é um grande erro, pois a falta de Visão acertada faz com que muitos negócios, bem iniciados, encerrem as atividades antes de três anos de existência. Para não cair nesse tipo de armadilha, veja algumas dicas:
- Não se esconda atrás da mesa! Antes de mandar, cobrar e exigir apresente um planejamento, estabeleça objetivos e metas e o projeto falará por si.
- Empreender com sucesso é possível somente administrando bem. Mantenha a mente aberta e procure conhecer técnicas e métodos novos para alavancar o negócio. Esteja sempre disposto a reciclar os seus conhecimentos.
- Escute a todos da sua Equipe. Não se esqueça de que todos acabarão ou prejudicados ou beneficiados pelas decisões que você tomar, escute-os sempre.
- Invista em cursos de capacitação. Faça cursos importantes e procure passar a informação para toda a equipe, inclusive, ofereça a eles o acesso ao conhecimento para que o sucesso do seu negócio seja cada vez maior.
Por Lindomar Vieira
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Como começar a fazer um plano de negócios
Posted by admin at 23:50
A porcentagem de pequenas e médias empresas que fecham suas portas todos os anos é de 49%, um número assustador. De acordo com especialistas no tema, o primeiro passo para que o seu empreendimento não faça parte dessa porcentagem é montar um plano de negócio para o mesmo.
Esse plano funciona como um guia de instruções da sua empresa, e nele devem constar informações detalhadas a respeito do funcionamento do negócio (a curto e longo prazo), a missão, os objetivos, processo operacional, plano de marketing e plano financeiro.
Essa espécie de manual funcionará como uma importante ferramenta administrativa da sua empresa e, além disso, poderá ajudá-lo na hora de buscar um financiamento, identificar pontos fortes e fracos do negócio, definir metas, entre outras coisas.
Para ajudá-lo a elaborar esse manual do seu negócio, listamos cinco itens fundamentais que devem nortear o seu trabalho:
1) Comece listando os pontos fortes e os pontos fracos da empresa, detalhando o conceito geral do negócio sua situação financeira atual, que produtos o negócio oferece ao mercado-e qual o seu diferencial-, o funcionamento da infraestrutura da empresa.
2) A seção de planejamento estratégico é onde você define os rumos de sua empresa, sua situação atual, suas metas e objetivos de negócio, bem como a descrição da visão e missão de sua empresa. É a base para o desenvolvimento e implantação das demais ações de sua empresa. Defina que estratégias de marketing e venda serão usadas no mercado para criar a necessidade no mercado pelo produto e/ou serviço. Nesse item você não pode deixar de mencionar dados de análise do mercado consumidor, concorrência e principais riscos do negócio.
3) É importante elaborar um capítulo com uma descrição ampla do seu negócio, histórico e perspectivas, razão social, estrutura organizacional, parcerias, serviços terceirizados etc.
4) Após isso, faça uma seção detalhando os produtos e serviços da empresa, como são produzidas, pesquisas em desenvolvimento, principais clientes atuais, se detém marca e/ou patente de algum produto etc.
5) Dando continuidade, redija um plano financeiro contendo em números todas as ações planejadas de sua empresa e as comprovações, através de projeções futuras (quanto precisa de capital, quando e com que propósito), de sucesso do negócio. Deve conter itens como fluxo de caixa com horizonte de três anos, balanço, ponto de equilíbrio, necessidades de investimento, lucratividade prevista, prazo de retorno sobre investimentos etc.
Fonte: Pensando Grande
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A Estrutura Social das Equipes de Alta Performance
Posted by admin at 18:58
Na análise da Visão Baseada em Recursos, Barney e Hesterly (2008) destacam dentre os fatores geradores de vantagens competitivas sustentáveis a questão da imitabilidade, ou seja, que a vantagem competitiva só se sustenta se os recursos considerados valiosos e raros na organização forem custosos ou difíceis de serem imitados pela concorrência. Neste contexto, consideraremos a complexidade social – traduzida pela qualidade das relações interpessoais, o nível de confiança, a cultura e outros recursos advindos das relações sociais, incluindo os diferentes níveis hierárquicos – segundo o impacto da estruturação de equipes de alta performance nos resultados obtidos pela organização.
A atuação em equipe, quando geradora de recursos e capacidades distintivas, propicia uma importante fonte de vantagem em relação aos concorrentes. Portanto, estratégias que consideram valores compartilhados e a competência coletiva das pessoas são difíceis de imitar, ressaltando a importância da estruturação dos times de alto desempenho. A dificuldade em imitar este tipo de estrutura social pode ser identificada na própria definição do tema criada por John Katzenbach e Douglas Smith: “um número pequeno de pessoas, com habilidades complementares, comprometidas com objetivos, metas e abordagens de trabalho comuns, pelos quais se consideram mutuamente responsáveis” (KATZENBACH, 2000, p.16).
Na relação entre a formulação e a implementação da estratégia na busca de vantagem competitiva sustentável baseada na complexidade social, importa refletir sobre:
- Aspectos sociais no ambiente corporativo;
- O software social da empresa para a formação de equipes.
Aspectos Sociais de Grupos no ambiente corporativo
Os aspectos sociais dos grupos no ambiente corporativo estão relacionados com a compreensão da representatividade da empresa percebida e adotada por seus colaboradores. Esta representatividade pode ser analisada sob a perspectiva da organização social existente na empresa, o senso de identidade e os indicadores externos e internos dos resultados da equipe:
1) a organização social na empresa – a empresa vista como uma sociedade menor dentro de um contexto social maior, com seus códigos de ética, comportamento, expectativas mútuas, jogos de poder, conflitos e lideranças. Existem idiossincrasias características de cada empresa que precisam ser observadas na construção da identidade e da estrutura social do grupo. Certos padrões comportamentais humanos são razoavelmente comuns. Entretanto, o desafio é identificar como os padrões comuns funcionam em cada empresa para considerar os elementos específicos do grupo na conjugação das iniciativas estratégicas, visando melhor conciliação entre a formulação e implementação das estratégias competitivas. As peculiaridades de cada grupo tornam necessário adaptar toda e qualquer ferramenta de gestão de modo a melhor aproveitar as habilidades da equipe para criar e fortalecer os recursos e capacidades da empresa;
2) senso de identidade – a empresa tida como provedora de uma identidade grupal, atendendo a necessidade de cada ser humano de sentir-se parte de um grupo maior. A hegemonia das empresas no cenário social atual torna o local de trabalho quase um sobrenome para as pessoas: “fulano… de onde? De que empresa?” É o paradoxo de precisar pertencer a uma organização para ter a sensação de liberdade e confiança na adoção de posturas mais proativas, essenciais às equipes de sucesso. Derivado do gregarismo, o senso de identidade não se desenvolve por normas, mas através de movimentos contínuos de integração e compartilhamento de conhecimentos referentes aos objetivos da micro comunidade. Sem identidade não há comprometimento real;
3) indicadores externos e internos – a empresa considerada como instrumento de avaliação da qualidade da organização social do grupo através de seus resultados globais na sociedade/segmento e internos de cada unidade/departamento. Compartilhar os resultados externos e internos permite a todos perceber o seu papel dentro do grupo. A resistência às mudanças representa a defesa do território, mas ao mesmo tempo evidencia a não percepção das pessoas quanto a inconveniência em manter antigos procedimentos ante as novas demandas do mercado. A informação bem gerida pode tornar-se um grande aliado na preparação do change management, visando incentivar as reciclagens necessárias. O senso de competência fortalece a auto-estima do grupo e desenvolve o respeito mútuo entre seus participantes.
O Software Social da Empresa para a Formação de Equipes
Em um enfoque mais amplo, a diferença entre grupos de trabalho e equipes de alta performance está na qualidade do software social da organização quanto a 4 aspectos distintos:
1) Propósito estratégico e comunicação eficientes – a estratégia como fator determinante de um sentido de direção compartilhado com todos para concatenar ações conjuntas entre áreas e colegas. O conceito de planejamento permite criar parâmetros de orientação e diretrizes de trabalho para implementar a visão coletiva e identificar possíveis pontos de sinergia; a comunicação clara e aberta facilita a compreensão dos objetivos, desenvolve confiança e agiliza a operacionalização das intenções mercadológicas, ou seja, aumenta a velocidade de resposta ao cliente.
2) Nivelamento de informação das lideranças – a profilaxia de diferentes visões do negócio evita a geração de conflitos de prioridades ocasionadas pelos descompassos entre diretorias e gerências e seus maus exemplos perante as equipes. Cabe destacar o papel fundamental da média gerência como elemento de conexão e alinhamento entre a alta direção e as equipes operacionais, tanto nos fluxos top-down como down-up. Se esta média gerência não compreender adequadamente as intenções estratégicas da empresa ou se não for competente para repassar as informações às equipes e à direção, não há como desenvolver níveis de performance diferenciados nas equipes.
3) Visão sistêmica versus visão setorial – os ajustes de velocidade na intercooperação intra e interdepartamentais garantem o equilíbrio entre atividades e prazos, essencial ao adequado andamento do fluxo de processos internos. A adequação dos ritmos de trabalho só é possível a partir de um enfoque mais sistêmico da empresa, onde a prioridade passa a ser o andamento do processo e não as tarefas internas do departamento. Aqui, o desafio é superar o predomínio da visão setorial, caracterizada pela lealdade à área em detrimento da lealdade à empresa. Se os gerentes são cobrados por desempenhos setoriais, dificilmente darão prioridade a cooperação com outros setores para aliviar gargalos sistêmicos de trabalho. Equipes de lata performance baseiam-se em resultados coletivos.
4) Critérios decisórios claros – a clareza quanto a filosofia de trabalho e a determinação das alçadas decisórias visam não engessar a empresa e também não permitir “os excessos da criatividade sem parâmetros”. O senso de identidade é fortalecido quando a pessoa compreende – e melhor ainda quando participa – a base das decisões tomadas e o que é considerado importante quanto aos seus desempenhos, isto é, como será avaliada e quais competências deve desenvolver. As ações mais pertinentes aos resultados esperados da empresa decorrem da coerência entre as propostas estratégicas e as decisões internas na gestão do dia-a-dia. Sem clareza sobre as decisões e sem o acompanhamento da execução, as equipes perdem-se em discussões inúteis sobre papéis e responsabilidades.
O Quinto Elemento
Além dos quatro aspectos supracitadas, existe um diferencial representativo das equipes de alta performance: o foco em resultados. A melhoria constante é buscada não apenas na qualidade dos produtos/serviços ou nos processos utilizados, mas na superação constante dos próprios desempenhos. A motivação que o grupo adquire atua como mola propulsora para buscar metas acima das estabelecidas formalmente pela empresa. Se a conquista dessa condição não é simples, a consistência da vantagem competitiva da organização é, e existem caminhos para isso. Como você avalia a atuação em equipe em sua organização?
(Publicado originalmente no blog Gestão de Equipes)
Bibliografia:
KATZENBACH, J.R.: Equipes Campeãs: desenvolvendo o verdadeiro potencial de equipes e líderes. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
BARNEY, J. B. & HESTERLY, W. S.: Administração estratégica e vantagem competitiva. São Paulo: Prentice Hall, 2008.
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