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Category : Empreendedorismo

Sustentabilidade: fale menos e faça mais!

Com razão, o tema do momento é a sustentabilidade e seus desafios. Interessante notar, porém, que a maioria dos cidadãos não tem consciência do que representa o ato de tomar decisões sustentáveis, especialmente quando se trata das finanças cotidianas e do que realmente faz diferença . Para muitos, pensar de forma sustentável é apenas valorizar a reciclagem do lixo e materiais tóxicos, bem como valorizar iniciativas que não se beneficiem da exploração de áreas verdes e trabalho infantil.

Ser sustentável é muito mais que isso. Tomemos por exemplo a questão do consumo. Você tem o hábito de pesquisar preços, condições comerciais e características dosprodutos e fornecedores? Estas atitudes podem oferecer a você e sua família condições mais interessantes diante de uma negociação (bom para o bolso) e também uma visão mais sistêmica da cadeia produtiva do bem adquirido – se aempresa trata bem a natureza, se tem uma política deinvestimento sustentável etc.

Em que condições o produto foi fabricado? Seus componentes contém material tóxico e de difícil decomposição? A empresa oferece meios dignos de trabalho aos seus funcionários e demais fornecedores? Repare como as questões extrapolam o simples ato de comprar, que é apenas o ato final de toda uma relação entre natureza, cidadania e economia. Porque soa hipócrita discutir sustentabilidade quando pouco a praticamos. Quanto você está realmente engajado?

Isso significa que você deve procurar detalhes sobre as práticas que vão além da negociação, valorizando empresas e prestadores de serviços que oferecem atenção e recursos à comunidade onde se insere, bem como às iniciativas relacionadas ao consumo consciente. A sustentabilidade tem que ser transformada em ações e atitudes no dia a dia, não apenas uma prática usada como diferencial e marketing por grandes corporações. Sugiro a leitura dos artigos “Inteligência Ecológica: o impacto do que consumimos” e “Impactos sociais e ambientais do consumo”, de Elaine Costa.

Como posso mudar o quadro?
Pense agora como um agente de mudança, alguém afim de investir recursos na luta por um mundo melhor. Ora, se você se preocupa de verdade com fatores sustentáveis e pretende alocar seus esforços em empresas/produtos que sejam, reconhecidamente, agentes de mudança ligados ao meio ambiente e aos meios de vida eficientes, você precisa se certificar de que tais empresas mereçam sua atenção. Como saber que iniciativas são mesmo sérias?

A primeira coisa a ter em mente é que um investimento sustentável normalmente visa o longo prazo. Mudanças importantes, capazes de alterar pra valer nossa realidade, tendem a surgir com o passar dos anos e depois de muita insistência. Além disso, o retorno nem sempre será medido em termos financeiros, mas também em satisfação pessoal e implementação de melhorias no dia a dia de comunidades e países. O retorno é poder fazer a diferença.

Neste sentido, além do consumo consciente já mencionado, procure investir tempo, energia, dinheiro e trabalho em ações tipo:

  • Investimento em empresas que adotam práticas de sustentabilidade: você pode optar por investir em ações de empresas de capital aberto cujas ações sociais e ambientais sejam reconhecidas e valorizadas. A BM&F Bovespa mantém uma referência às empresas com este tipo de objetivo através do índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE);
  • Investimento em movimentos sociais coordenados: você pode fundar uma Organização Não Governamental (ONG), Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) ou decidir apoiar aquelas que já trabalham com os ideais que você valoriza. Você pode mobilizar vizinhos e amigos com o objetivo de questionar empresas, comércio e indústrias, cobrando-lhes comprometimento com a comunidade, a natureza e o futuro dos cidadãos;
  • Investimento em eficiência pessoal/familiar: você pode começar em casa, economizando energia com pequenas ações, como desligar os aparelhos que ficam em standby e/ou tomando banhos menos demorados. Você também pode evitar o desperdício de alimentos e água.

Resulta que a sustentabilidade não pode ser apenas uma meta de governos ou nações ou um assunto do noticiário. Como você percebeu, manter-se comprometido com as melhorias sociais, econômicas e ambientais dá trabalho. Precisamos mudar nossos hábitos, incorporando atitudes pregadas com tanto entusiasmo em nosso cotidiano. Fazer mais, falar menos. Ser sustentável é agir, decidir mudar. E mudar. Ou tudo continua uma simples demagogia.

Fonte: IGF

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Uma nova visão sobre o empreendedorismo

Muito se questiona sobre qual é a fórmula do empreendedorde sucesso. A grande verdade é que essa fórmula não existe. O que existe é uma combinação de competências que o empreendedor deve desenvolver: técnicas e comportamentais.

A capacitação para as competências técnicas acaba sendo uma tarefa mais fácil, até porque a maioria dos treinamentosdisponíveis tem como foco essa perspectiva de desenvolvimento.

Hoje é pré-requisito que o empreendedor seja tecnicamente capaz no que faz. Conhecer bem o negócio tecnicamente é, no mínimo, obrigatório. Então, onde está o diferencial competitivo do empreendedor? Está na gestão das suas competências comportamentais.

Assim, a conclusão a que se chega é que o diferencial para o desenvolvimento de qualquer profissional não está baseado somente nas competências técnicas, mas na combinação do técnico com o comportamental.

Dependendo do profissional ou da função em questão, a componente comportamental assume uma dimensão, muitas vezes, maior do que a técnica. Esse é o caso do empreendedor. Não se trata apenas de quanto ele conhece tecnicamente o assunto, mas de que forma ele gerencia a si próprio e as pessoas ao seu redor.

Esse gerenciamento parte do trabalho de autoconhecimento, da identificação de quais são seus motivadores, quais são seus medos básicos e como neutralizá-los, seus pontos fortes, seus limitadores e identificação de pontos de desenvolvimento.

Em 1928, o professor e psicólogo William Marston criou o modelo denominado DISC, utilizado hoje em dia em larga escala para identificação de perfis comportamentais, mapeando tanto as pessoas como as funções.

Marston defende o fato que as pessoas dão respostas físicas a estados emocionais, ou seja, estão constantemente dando “dicas” de como são: se são mais objetivas e diretas ou diplomáticas, se são mais comunicativas ou investigativas, se são mais previsíveis ou impetuosas, ou ainda, se são mais disciplinadas ou independentes, etc.

O modelo DISC prevê quatro grupos de comportamentos, representados cada um por uma das quatro letras. O “D” vem de Dominância, o “I” vem de Influência, o “S” vem de “eStabilidade” (Steadiness, em inglês) e o “C” vem de Conformidade.

O que difere uma pessoa da outra, sob o ponto de vista comportamental, é a intensidade em que esses comportamentos aparecem. Testes psicométricos permitem avaliar como cada um desses quatro grupos se manifesta.

Por meio desta metodologia, é possível identificar quais as competências comportamentais exigidas para cada função e qual o gap existente entre a pessoa e o perfil ideal.

Quais são, então, as competências comportamentais exigidas para o empreendedor? Com certeza, totalmente diferentes, por exemplo, daquelas exigidas para uma função técnica, administrativa ou de suporte. O empreendedor tem a função de dirigir, motivar, assumir riscos e de ter grande mobilidade.

Em linhas gerais, destacamos quatro competências comportamentais essenciais para o empreendedor:

- Foco em objetivo e Direção: capacidade da pessoa em ser assertiva, iniciadora, direta, objetiva, competitiva e voltada para resultados;

- Independência e capacidade de correr riscos: capacidade da pessoa em ser firme, obstinada, ter força de vontade, ser independente, ser desafiante, opinante e um tanto quanto teimosa;

- Capacidade de comunicação e persuasão: capacidade da pessoa em ser motivadora, influente, comunicativa, persuasiva, amistosa, verbal e otimista;

- Mobilidade e capacidade de adaptação: capacidade da pessoal estar alerta, ser móvel, estar inquieta, ser ativa, impulsiva, demonstradora e impetuosa.

Essa é uma reflexão que vale a pena! O quão empreendedora a pessoa quer ser e como ela está em relação a estes comportamentos, o que ela já possui e o que ainda precisa desenvolver. A boa notícia é que comportamentos podem ser aprendidos e treinados e. quando bem aplicados, fazem toda a diferença.

Fonte: IGF

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Os 4 C´S do marketing

Os 4P´s são importantíssimos e representam o lado empresarial.  Porém os 4C´s trazem uma abordagem maismoderna e com foco em quem realmente interessa, os clientes.

Os 4C´s são: cliente, custo, conveniência e comunicação. Vamos a uma explicação mais precisa de cada um deles.

Cliente

O “C” cliente se contrapõe ao “P” produto. Quando uma empresa foca primeiramente o cliente evita cometer o erro conhecido como “miopia de marketing” que é a preocupação excessiva com o produto sem levar em consideração o cliente. O “C” cliente salienta a importância de se pensar no produto como solução da necessidade do cliente.

Custo

O custo para um cliente adquirir um produto vai muito além de seu preço. O custo além de abranger o preço do produto ou serviço leva em conta outros valores que afetam a decisão do consumidor. O tempo gasto para encontrar o produto, o desgaste psicológico no atendimento do estabelecimento, localização da assistência técnica, etc.

Conveniência

Hoje o cliente quer conveniência, quer facilidades. Seu produto deverá ser fácil de encontrar, seu atendimento deverá ser diferenciado, os atendentes devem saber explanar muito bem a respeito do produto e suas particularidades. O tempo para adquirir o produto deve ser rápido, ele não quer esperar muito tempo para ser atendido, quando tiver que esperar, irá querer um sofá confortável, um cafezinho quente. Em relação à entrega do produto, o cliente deseja recebê-lo na data e horário que lhe convém, nem sempre a entrega rápida é o que ele deseja.

Comunicação

A boa comunicação é fundamental. O cliente gosta de ver o produto que ele compra sendo divulgado, sendo anunciado. A Internet é hoje um dos meios mais populares e com baixo custo para divulgar seu produto. Sua empresa, obrigatoriamente, deverá ter um sítio, deverá expor características do produto nele, deverá ter uma linha direta para o cliente ter acesso a informações e um local onde ele possa sanar suas dúvidas. E, para isso, a Internet é fantástica.

Fonte: IGF

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Qual a importância de um designer gráfico para uma empresa?

Com a concorrência cada vez mais acirrada, as empresas necessitam do trabalho de um profissional responsável pela comunicação visual, que terá o objetivo de inserir aquela marca na “cabeça” dos consumidores.

É o caso do designer gráfico, que irá desenvolver todas as artes visuais da organização, desde o desenvolvimento do site até a personalização da marca e logo e a criação de folders, anúncios e catálogos.

“Creio que somente um profissional qualificado poderá, de forma eficaz, transformar conceitos abstratos e produtos físicos em linguagem visual, visando a comunicação estratégica de uma marca”, afirma o publicitário e designer da Link Portal da Comunicação, Ed Coelho.

Para Coelho, a comunicação visual é necessária para manter o diálogo com o público e facilitar a identificação da empresa em diversos meios de informação.

Planejamento é a alma do negócio
Determinante para toda a reformulação e identidade visual da empresa, o trabalho do designer é essencial ainda na fase de preparação da marca.

“O planejamento é fundamental para atingir os objetivos pretendidos para as peças gráficas. Por isso, o apoio de um profissional gabaritado é de extrema importância para evitar que ocorram erros”, diz Coelho.

De olho nas vendas
De acordo com o publicitário, o envio de e-mail marketing para clientes cadastrados tornou-se uma maneira eficiente de atrair consumidores. Para isso, o designer deverá criar de maneira criativa uma arte para as mensagens.

De modo a melhorar a comunicação interna, boletins informativos impressos ou eletrônicos podem ser a saída. No caso da comunicação externa, além dos anúncios promocionais, é imprescindível que a organização elabore folders dos produtos e seu perfil institucional.

“Esses instrumentos elaborados por um designer gabaritado contribuem para que a divulgação dos produtos e serviços da empresa estejam alinhados com a imagem da instituição”, ressalta Coelho. “O designer não deve focar só no que foi pedido, mas sim naquilo que o cliente necessita como solução”.

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Empreendedores profissionais: quem são e o que querem?

Para quem acompanha de longe o mundo corporativo, deixar um cargo de alta gerência em uma grande empresa para assumir outra, em processo de falência, parece loucura. Porém, para Lourival Kiçula não foi tão difícil sair da presidência da Sanyo do Brasil, em 1998, para assumir a Tec Toy, que estava em concordata. Ele não sabia, mas naquele momento tornava-se um empreendedor profissional.

“Esse profissional escolhe sair do mundo corporativo para tomar a frente de uma empresa, não como dono, mas como gestor”, afirma Flavia Gisela Wahnfried, líder da prática de Executive Search da Piccini & Fumis Consulting and Management. O que parece ser um perfil de líder padrão, porém, se diferencia pelos motivos e forma como assume o negócio. “O empreendedor profissional é aquele que sai do mundo corporativo quando o desejo por desafio é maior que o oferecido na empresa onde ele trabalha”, explica.

Foi o desafio que fez Kiçula, hoje presidente da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), sair da empresa onde trabalhou durante oito anos, e mantinha uma carreira sólida, para gerir uma outra em condições não tão estáveis assim. Em 1998, a Sanyo estava em processo de mudanças. Querendo sair da rotina que ele se impôs ao longo dos anos, Kiçula aproveitou o momento e saiu. “Eu não queria zona de conforto”, afirmou.

Foco: desafio
Quando se desligou da empresa, Kiçula recebeu quatro propostas para assumir cargos de gestão. Das quatro, a Tec Toy apresentava o pior quadro. Mas foi o que ele escolheu. “O que me encantou era justamente o desafio. Concordata em andamento é uma loucura, mas eu confiava na empresa e no produto”, explica, pontuando que contou com a total confiança dos acionistas da empresa para atuar da forma que achava correta. “Como ninguém faz nada sozinho, eu formei uma equipe de primeira, que eu confiava”.

Essa confiança na empresa, no negócio, na equipe e em si mesmo revelam mais um traço do empreendedor profissional. “De maneira geral, o empreendedor profissional tem uma experiência consolidada em grandes empresas e utiliza os conhecimentos que adquiriu para aplicar em produtos e negócios que confia”, explica Flavia.

Mas então por que não abrir o próprio negócio? Para a especialista, esse é mais um ponto que diferencia os empreendedores profissionais. “Os empreendedores profissionais não abrem o próprio negócio porque o que interessa para eles é justamente o processo de gerir uma empresa em formação”, diz. Além disso, ela cita que muitos simplesmente não tiveram uma grande ideia a ponto de abrir uma empresa. “Ou mesmo porque ficaram confusos com tantas opções”, considera Flavia. “ Ele quer entrar no grande momento do negócio, que é fazer ele ter sucesso”.

Kiçula teve sucesso. Conseguiu recuperar a Tec Toy e deixou a empresa há quatro anos em boas condições para continuar no mercado. “Só pela satisfação de tirar a empresa da concordata fez a experiência valer a pena”, pontua.

Insatisfação é peça-chave
Como Kiçula, muitos outros profissionais experientes no mercado ficam insatisfeitos com a situação do ambiente onde atuam, assim como são muitos os que permanecem nessa situação por não vislumbrarem alternativas. Kiçula soube o momento certo de mudar o rumo da carreira. Mas esse ponto não é igual para todos. “O momento certo é o de cada um, mas geralmente ocorre quando há maturidade profissional”, explica Flavia.

Ela ressalta que as motivações para que um profissional se torne um empreendedor profissional são pessoais. Além da insatisfação no trabalho, eles também buscam, nesse novo rumo da carreira, mais espaço para atuar e mais estímulo para criar. Mas a mudança, mesmo que atraente, não é fácil. Para tanto, é preciso maturidade emocional, uma vez que cenários que envolvam instabilidade geram questionamentos por parte da família.

Não foi o que aconteceu com o presidente da Eletros. A esposa e os sete filhos apoiaram a decisão. A família de Kiçula não duvidou que a empreitada não daria certo – nem ele mesmo. “Em nenhum momento eu questionei a minha decisão”.

Empreendedor profissional no mercado
Para Flavia, a diferença entre o empreendedor tradicional e o profissional é clara. Enquanto o tradicional não está envolvido no negócio total da empresa, o empreendedor profissional acompanha cada passo do processo de crescimento. “Ele tem uma atuação mais ampla e com mais desafios”, completa.

Porém, no mercado, essa diferença ainda não está clara. “O que percebemos é que os empreendedores tradicionais não conhecem o perfil do empreendedor profissional. Isso ainda está se difundindo no mercado”, afirma Flavia.

Segundo ela, aqueles que abrem um negócio chamam profissionais de confiança para ajudá-los a gerir. Se ele não restringir a atuação desse profissional, ele contratou um empreendedor profissional mesmo sem conhecer essa denominação. “A demanda por esse perfil, existe. Quem está abrindo um negócio quer um empreendedor qualificado para ajudá-lo. Mas é preciso explorar o potencial desse perfil, para que ele seja um empreendedor profissional”, explica Flavia. “O mercado ainda não está preparado”.

Fonte: IGF

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A característica mais importante de um empreendedor

Existem diversas características consideradas como obrigatórias para quem quer empreender com sucesso. Entre elas, temos: uma boa rede de contatos, coragem para assumir riscos, conhecimento de mercado e etc. A grande questão é que acima de todas essas, existe uma característica fundamental para todo empreendedor: ser “imparável”.

O empreendedor que é “imparável” pode não ter todas as habilidades e competências necessárias, mas se ele tem essa característica será capaz de adquirir essas habilidades e conseqüências. Em outras palavras, nada irá impedi-lo de alcançar os objetivos desejados. Nada.

Empreendedores inspiram pessoas
De uma forma ou de outra, qualquer um é motivado ao ler histórias de pessoas que ousaram ir mais longe, trabalharam muito e alcançaram o sucesso através de seus projetos. Um ponto que é comum nessas histórias de empreendedorismo é a presença de obstáculos aparentemente insuperáveis que aparecem no caminho do empreendedor e que, de alguma forma, ele consegue ultrapassar.

Ser “imparável” tem um efeito inspirador nas pessoas, pois mostra que é possível chegar mais longe do que se nos entregarmos às nossas dificuldades.

Empreendedores estão em processo contínuo de desenvolvimento
A criação de um empreendimento exige tanto uma visão de longo prazo quanto um controle rígido sobre as atividades do dia-a-dia. Essa necessidade de conciliar as duas visões faz com que o empreendedor precise sempre desenvolver seus conhecimentos e habilidades.

Para quem não quer ficar pra trás, é fundamental acompanhar as novas tendências de mercado ao mesmo tempo em que métodos de trabalho cada vez mais eficientes precisam ser aplicados na gestão diária do empreendimento. Estar em processo contínuo de desenvolvimento é mais do que uma questão de estratégia, é uma questão de sobrevivência.

Empreendedores estão sempre em contato com as pessoas
Além do conhecimento que está nos livros, existe uma fonte infinita de dados de mercado e ideias de melhoria do empreendimento: as pessoas. Apesar de não ser algo comum em 100% dos empreendedores de sucesso, ter habilidade com pessoas pode facilitar muito a vida de quem quer criar e fortalecer uma marca.

Em qualquer empresa é necessário um contato constante com fornecedores, clientes, parceiros, etc. Ao interagir com as pessoas relacionadas ao seu mercado, o empreendedor consegue enxergar ótimas oportunidades de negócios, além de também fortalecer as parcerias existentes e criar novos laços pessoais e profissionais.

Empreendedores aprendem com os erros próprios e dos outros
De nada adianta estudar casos de sucesso sem conferir o outro lado da moeda, o fracasso. Diversos empresários de sucesso já fracassaram algumas (muitas) vezes antes de alcançarem o sucesso. O fracasso, se bem aproveitado, pode se transformar em uma forma de aprendizado fantástica.

Empreendedores “imparáveis” são aqueles que, apesar de experimentarem o fracasso, não desistem e superam as barreiras. Além disso, é preciso entender fracassos de outras empresas para não repetir os mesmos erros.

Conclusão: empreendedores conseguem criar estratégias vencedoras
Ao ser “imparável” e estar em processo contínuo de desenvolvimento, o empreendedor consegue transformar uma visão em ações práticas que alcançam resultados. Sem dúvidas, dominar todas essas competências habilidades e não desmotivar com o fracasso é extremamente difícil e não é para qualquer um. Mas quem falou que era fácil?

Fonte: IGF

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Empreender como se fosse a primeira vez

Colocar um projeto no ar não é tarefa das mais fáceis. Para ficar no lugar comum das citações, diríamos que exige muito planejamento, visão de futuro e o célebre espírito empreendedor. Mas é muito mais do que isso, e os empresários de verdade conhecem bem essa realidade. Montar um negócio e levá-lo ao êxito demanda um conjunto de características dos seus idealizadores que beira o estoicismo.

Em geral, o perseguido ponto de equilíbrio pode levar meses e até anos para ser atingido. Enquanto isso, o novo empresário precisa desenvolver uma blindagem emocional composta de muita paciência, perseverança, determinação e coragem (e haja coragem!). Os obstáculos são numerosos e desafiantes, com um ambiente legal e fiscal – para citar em especial o caso brasileiro – bastante hostil e confuso. Analisando com frieza, é pura “sarna para se coçar”.

Pode ser verdade, mas inúmeras pessoas embarcam nessa jornada. Muitas vezes, não por necessidade, mas por pura vocação e desejo de assumir as rédeas da própria geração de recursos, riqueza e auto-sustento. Muitos não sobrevivem até o destino final para ver a consolidação dos seus negócios e a realização dos seus sonhos.

Mas as histórias de sucesso são realmente inspiradoras. Todas elas muito singulares e ao mesmo tempo parecidas, quando observamos os componentes presentes na atitude e nas motivações desses empreendedores. Trata-se de algo impossível de ser adquirido em uma escola de negócios ou curso especializado (que naturalmente trazem as suas inestimáveis contribuições objetivas), mas nasce nas entranhas das pessoas. É o desejo visceral, a urgência, a certeza inequívoca de que se vive uma única vez e que os sonhos e projetos devem ser perseguidos.

Algo mais próximo a uma razão para se viver do que qualquer outra coisa. Isso sem considerar as questões ligadas à sobrevivência, à falta de outras saídas, ao tudo ou nada. A história dos imigrantes no Brasil confirma isso. Essa é a primeira travessia, o impulso original, até que o negócio se encontre estabelecido e consolidado. Naturalmente, nem só de paixão e fogo vive um empreendimento: é preciso muita frieza e raciocínio crítico. E é justamente na dosagem desses ingredientes que os problemas começam a nascer.

A realidade é que, ao longo da história de uma empresa, existem muitas travessias além da original, e para todas elas um novo e desafiador elenco de obstáculos e dificuldades. O seu adequado enfretamento faz o negócio crescer em maturidade e solidez. Renegá-las traz o enfraquecimento e infantiliza líderes e colaboradores.

É esse o motivo pelo qual muitas empresas que se tornaram sólidas e exemplos de inovação e força no passado vão, pouco a pouco, definhando com o passar dos anos, deixando para traz uma antiga e distante história de glórias e realizações. Que isso sirva de alerta para que os empreendedores não se esqueçam de como tudo começou, sejam eles herdeiros ou não, para revigorar os sentimentos e motivações que forjaram e pavimentaram a trajetória dos seus negócios.

Lembrando-se de que empreender é sobretudo um estado de espírito, um estilo de vida, e deve ser feito, sempre, como se fosse a primeira vez. Sucesso!

Fonte: IGF

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Mitos podem ser a razão do seu fracasso

Você luta no seu dia-a-dia com todas as forças mas sente que está patinando em solo molhado sem nunca conseguir mover-se de fato pra frente? A sua vida parece empacada? Por mais que você tente encontrar a saída para seus problemas você sente-se como se estivesse no meio de um labirinto? Você olha em volta, vê pessoas ao seu redor se dando bem na vida e você fica se questionando se há algo de errado com você… você tem mais potencial, é mais esperto e inteligente que muitos à sua volta, no entanto, eles vão em frente e você fica… por quê?

Você já parou para pensar que a forma como você pensa e raciocina possui uma poderosa influência nos resultados que você obtém na vida? Ninguém vê o mundo como ele realmente é. Todos nós o vemos através de filtros, lentes que começamos a desenvolver no momento em que pisamos neste mundo. Por diversos motivos (ei, não culpe seus pais!) algumas pessoas desenvolvem filtros estagnantes que as impedem de crescer.

Estes filtros são recheados de mitos e pré-concepções de como a vida “deve” ser. O problema é que estes mitos estão muito longe da realidade, e quanto mais se acredita neles, mais distante de qualquer tipo de sucesso a pessoa se move. O mito do trabalho duro, por exemplo, que já foi discutido neste blog. Algumas pessoas acreditam que o segredo do sucesso é trabalhar o mais árduamente possível. É triste ver pessoas tão dedicadas assim passarem a vida construindo uma escada apoiada na parede errada. Quando elas se dão conta, é tarde demais… A vida é muito curta para descer da escada e começar a construir outra na parede certa…

A teimosia é outra grande vilã. Você conhece aquele ditado que diz que numa tempestade quem sobrevive dentre as árvores é o bambu que se dobra e se adapta ao movimento dos ventos, enquanto as árvores mais rígidas se quebram? Pessoas teimosas se agarram ao seus pontos de vista (filtros) e se negam a ver o mundo de outra forma. A natureza se encarrega de eliminar do seu caminho tudo o que não se adapta, e isso inclui pessoas inflexíveis. Sim, a própria vida se encarrega de manter os “teimosos” na vala comum dos fracassados.

Para vencer na vida você deve admitir que ela é como é, ela tem suas próprias regras e nem sempre elas são compatíveis com suas crenças. Teime em não aceitar isto e você estará destinado ao fracasso. Um mito fatal para o sucesso é acreditar que a vida é de certa forma pré-determinada. Algumas pessoas acreditam nisso mesmo que inconscientemente. Elas não admitem, mas silenciosamente mantém a crença de que “quando a sua hora chegar” elas se darão bem na vida. Enquanto isso elas esperam. Não agem, não fazem absolutamente nada além de manter uma fé cega de que “algo de bom está reservado” para elas. Se você ainda não percebeu, deixe-me lhe contar: 95% da população mundial vive de esperança, vive de fé, eu não vejo todo esse pessoal conseguindo muita coisa na vida, o que você acha? Pelo contrário, o que eu vejo é quem vive de esperança morre sem um final feliz. Só um adendo aqui caso você tenha me interpretado mal: eu não estou falando de fé religiosa, eu não tenho nada contra crenças. Há uma grande diferença entre manter suas crenças religiosas e ter esperança no bem e na paz de uma forma geral no oposto de simplesmente ficar parado sem agir achando que uma fé cega na própria vida irá trazer-lhe o sucesso.

Para saber o que funciona e o que não funciona basta olhar em volta. Se crenças populares refletissem a realidade, nós viveríamos num mundo de pessoas bem sucedidas, você não acha? Ao observar pessoas de sucesso no entanto, o que você é ação, não esperança. Quem conquista as coisas na vida corre atrás, não fica esperando sua hora chegar. Sim, eu sei que você sabe disso! Mas você está correndo atrás do que você quer, ou você está enrolado nos labirintos sem saída que você mesmo criou em sua vida?

Este é outro grande mito estagnador. As pessoas acham que sabem o que devem fazer para se darem bem na vida… no entanto, elas “ainda” não conseguiram sucesso em nada! Você conhece o mito da auto-ajuda? Claro que conhece! Aquele que diz que “essas coisas de auto-ajuda todo mundo sabe”! Pois é, se todo mundo sabe, então todo mundo é rico, bem sucedido e feliz então, não?! Ahhh, se todo mundo sabe e ninguém consegue resultados, então é porque tudo isso não funciona, certo? Ok, não vamos entrar numa argumentação sem fim sobre validade e utilidade da auto-ajuda! O fato é que uma crença que impede algumas pessoas de crescerem é a de que elas já sabem o que devem fazer, o que é certo o que é errado, portanto não precisam aprender nada, “elas já sabem tudo”.

Você quer mais mitos? Eu conheço um fulano que tem um primo que tem um amigo que se deu bem na vida sem nunca definir metas ou planejar nada, ele sempre teve a maior sorte do mundo. Você conhece este cara? O mito da “prova” é outro que pode estar mantendo-o estagnado. Você se depara com um conjunto de conselhos vindos de um estranho. Em questão de segundos você passa esse conselho por seus filtros mentais e se encontrar algo em sua memória que prove que o indivíduo que o aconselhou está errado, você simplesmente o ignora. Esta crença anda junto com o mito da generalização ou comparação, aquele que diz que se aconteceu com fulano de tal, pode acontecer comigo também. Um exemplo? Você está numa palestra sobre definição de metas. Você ouve com ceticismo ao palestrante tentando filtrar todo o conteúdo dentro de seus pré-conceitos sobre o assunto. Você lembra então que seu avô foi uma pessoa muito bem sucedida, ele jamais definiu metas. Você conclui então que se seu avô atingiu o sucesso sem definir metas, você também não precisa, pois se aconteceu com ele pode acontecer com você também.

Há ainda outro mito que muitas vezes anda junto com os dois anteriores que é a simplificação. No caso do exemplo anterior, a pessoa não pensa sobre quais fatores levaram o avô a ser bem sucedido, ela só pensa que “ele não definiu metas” e mesmo assim atingiu o sucesso. Logo, ela conclui: “se eu não definir metas, eu também vou alcançar o sucesso”.

Vou te dar um exemplo real. Uma das cidades em que realizo meus cursos com certa frequência é Los Angeles na Califórnia. Sempre há uma grande quantidade de aspirantes a estrela de cinema nos cursos. Como eu sei disso eu bato nesta tecla dos mitos com bastante intensidade, pois a razão do fracasso (ou da demora para deslanchar com a carreira) de muitos deles é a crença de que há “um caminho a ser seguido”. Muitos estudam biografias de atores e atrizes famosos, tentando andar em suas trilhas. Meu principal objetivo é tirar essa idéia da cabeça deles. Cada ator e cada atriz que atingiu o sucesso em sua carreira seguiu um caminho diferente, cada um tem uma história única. Isto mostra que não há caminho, não há fórmula. “Enquanto vocês estiverem tentando seguir por um caminho pré-determinado, vocês só encontrarão fracasso” – eu repito até eu perceber que eles realmente entenderam o recado.

Há certas coisas que você pode de certa forma generalizar como por exemplo a proatividade. Não conheço nenhum pessoa realmente bem sucedida que não seja proativa, assim como não conheço um líder que não seja carismático ou um bom político que não tenha o poder da persuasão. O que você não pode generalizar é o caminho. “fulano fez isso e fez aquilo, então se eu fizer o mesmo terei o mesmo resultado” – não, não terá! “fulano NÃO fez isto e aquilo e conseguiu o resultado que eu busco, então eu também não preciso fazer.” – nem sempre!

A generalização é sempre um barco furado pois resultados na vida são a soma de inúmeras partes, sendo que a maioria dessas partes são ignoradas numa análise leviana. O fulano deu certo na vida não porque ele somou A + B e conseguiu C, a “fórmula” foi muito mais complexa, mais parecida com A + E – B x 2 + 5% de F = C :) Ok, sem viajar na maionese, o que quero dizer é que os elementos que são responsáveis pelo sucesso não podem ser reduzidos a 1 ou 2 variáveis e generalizados. Você jamais pode dizer: “fulano deu certo por causa disso ou daquilo”. Não, o buraco é mais embaixo. Se você continuar tentado ver o mundo em preto e branco, tentando descobrir respostas “certas”, tentando descobrir qual o caminho para onde você quer chegar, você jamais partirá e se não partir, não chegará a lugar algum!

Fonte: IGF

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Dicas para ser um Empreendedor!

Quais as principais características de um “empreendedor”? Aqui vão elas:

1. Boas idéias são comuns a muitas pessoas. A diferença está naqueles que
conseguem fazer as idéias transformarem-se em realidade, isto é, implementar as
idéias. A maioria das pessoas fica apenas na “boa idéia” e não passa para a
ação. O empreendedor passa do pensamento à ação e faz as coisas acontecerem.

2. Todo empreendedor tem uma verdadeira paixão por aquilo que faz. Paixão faz a diferença. Entusiasmo e Paixão são as principais características de um empreendedor!

3. O empreendedor é aquele que consegue escolher entre várias alternativas e não fica pensando no que deixou para trás. Sabe ter foco e fica focado no que quer.

4. O empreendedor tem profundo conhecimento daquilo que quer e daquilo que faz e se esforça continuadamente para aumentar esse conhecimento sob todas as formas possíveis.

5. O empreendedor tem uma tenacidade incrível. Ele não desiste!

6. O empreendedor acredita na sua própria capacidade. Tem alto grau de auto-confiança.

7. O empreendedor não tem fracassos. Ele vê os “fracassos” como oportunidades de aprendizagem e segue em frente.

8. O empreendedor faz uso de sua imaginação. Ele imagina-se sempre vencedor.

9. O empreendedor tem sempre uma visão de vários cenários pela frente. Tem, na cabeça, várias alternativas para vencer.

10. O empreendedor nunca se acha uma “vítima”. Ele não fica parado, reclamando das coisas e dos acontecimentos. Ele age para modificar a realidade!

Pense nisso. Você tem estas características? Como é o seu pessoal?

Fonte: IGF

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