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A importância do Fator R

Em qualquer empreendimento, o sucesso depende de trabalho. No entanto, vemos algumas pessoas trabalharem arduamente em suas oportunidades de Marketing de Rede e, mesmo com um trabalho aparentemente correto, não conseguirem alcançar o sucesso desejado.

Podemos, então, concluir que existem outros fatores, além do trabalho, envolvidos na “fórmula de sucesso” do Marketing de Rede?

Acredito que sim. E chamarei um destes fatores de “Fator R”.

O que é o Fator R?
Além de dinheiro, o MLM é uma fonte inesgotável de experiências emocionais. Ao longo deste negócio, você irá sentir raiva, compaixão, melancolia, alegria, tristeza, euforia, amor, entusiasmo, surpresa, esperança…

Ter consciência e controle de suas próprias emoções é fundamental para o sucesso pessoal e empresarial (este é um conceito que tem sido amplamente discutido com o nome de Inteligência Emocional). As emoções são o tempero da nossa vida. Estamos sempre entre o racional e o emocional, em um equilíbrio delicado ou, por vezes, inexistente.

Além de nossas próprias emoções temos que desenvolver a capacidade de lidar e compreender as emoções de outros. Precisamos criar um entrosamento, ser entendido pelos outros e desenvolver a capacidade de entendê-los; ou seja: precisamos nos relacionar.

Os negócios, como em tudo na vida, são atividades sociais. Um vendedor, por exemplo, não consegue efetuar uma venda sozinho. Alguém tem que comprar o que ele quer vender.

Creio que você concorde que o Marketing de Rede é um negócio em que, ainda mais que nos outros, os relacionamentos são fundamentais. Então vamos definir esta característica como Fator R (relacionamentos). A arte dos relacionamentos é, em grande parte, a aptidão de lidar com as emoções dos outros.

À primeira vista, pode parecer quase um paradoxo pensarmos em uma oportunidade de negócios tão fortemente baseada na emoção, mas no MLM — além do nosso próprio desenvolvimento — nós temos a grande oportunidade de contribuir para o crescimento profissional e pessoal de várias outras pessoas, através de um modo de pensar que estimula a superação de desafios, de forma positiva e eficaz.

Logo, a criação de relacionamentos em bases reais é fundamental.

Os co-fatores
O desenvolvimento do Fator R de qualidade (relacionamentos sólidos de amizade e respeito) depende, entre outros, de dois co-fatores principais:

1. Co-fator P (Patrocínio bem feito)
Patrocinar não é simplesmente o mesmo que recrutar…

O recrutador é aquele que convence pessoas a assinarem o contrato com uma empresa de Marketing de Rede. Ele está sempre procurando um grande líder. Espera um dia encontrá-lo e convencê-lo a assinar o contrato.

O recrutador vende contratos e, após efetuar sua venda, dá-se por satisfeito, saindo a procura de outros líderes em potencial.

O patrocinador, por sua vez, sabe que quando uma pessoa assina o contrato o seu trabalho apenas começou, pois ele não espera encontrar o “grande líder” pronto e sim ajudar na sua formação.

O patrocinador é um professor/mentor que quer treinar e fornecer as ferramentas necessárias para formar pessoas bem sucedidas neste negócio.

Assim, o contato do patrocinador é constante, não se limitando a assinatura do contrato. Isto proporciona relacionamentos mais sólidos e duradouros.

2. Co-fator C (Caráter dos envolvidos)
Marketing de Rede é uma atividade ética que, como toda atividade humana, pode ser desenvolvida por pessoas não-éticas. Nem todos que chegam a níveis elevados são necessariamente “boas pessoas”. E isto nos deixa uma reflexão interessante: até que nível uma pessoa “anti-ética” pode chegar neste negócio? Será que existe alguma triagem?

É muitas vezes visível o esvaziamento do conteúdo ético no discurso de alguns líderes, os quais tornam-se verdadeiras armadilhas emocionais.

Infelizmente, algumas pessoas com carisma utilizam isto para manipular emoções e criar falsos Fatores R.

O que se torna ainda mais visível em tempos de crise dentro do negócio — sim, o Marketing Multinível também pode ter períodos de “baixa” (aqui podem ser citados, além das oscilações naturais, os momentos que podem gerar uma crise aguda: saída de grandes lideranças de sua organização ou mesmo dificuldades administrativas/financeiras da empresa).

Existência e perigos do Fator R artificial
Portanto, nem tudo que parece ser Fator R é verdadeiro. Ou melhor: há muito Fator R falsificado no mercado!

Utilizando-se técnicas comportamentais e de neurolingüística, não é tão difícil causar uma boa impressão. Em um único contato, ou em um curto convívio, estas técnicas funcionam bem e podem criar uma impressão favorável. Contudo, se não há integridade e uma preocupação real com o bem-estar das pessoas do seu convívio, os desafios diários farão com que a verdadeira motivação (manipulação para o lucro) venha à tona, levando o relacionamento ao fracasso.

Então, a escolha é: devo desenvolver meu caráter de forma a ser íntegro e humilde ou simplesmente desenvolver técnicas que levem os outros a gostarem de mim? Ser autêntico ou manipulador? Qual é a sua escolha?

Sem essa de jogar limpo só para ser simpático. Devemos acabar com a falsa fachada, gentileza que espera retribuições; pessoas que só são amáveis porque querem ser consideradas amáveis e não por sentirem o impulso interior para a amabilidade.

Alguns “líderes” chegam a pregar a desagregação familiar como acontecimento normal — quase um pré-requisito — para se alcançar sucesso no negócio: “você deve se afastar dos negativos”, “os ladrões de sonhos moram na sua casa”.

É inadmissível incentivar brigas familiares e o fim de amizades porque estas pessoas disseram “não” para o negócio.

Cresça! Para ser respeitado, respeite as opiniões alheias, mesmo que diferentes das suas. Os relacionamentos não precisam ser quebrados, talvez redimensionados e colocados na base da confiança e respeito. E isto deve partir de você.

Você não deve esperar que os outros simplesmente lhe compreendam. Mostre-lhes o seu ponto de vista e ajude-os a compreendê-lo mesmo que esta não seja a opção deles.

Tenha mais amigos com o negócio e não simplesmente substitua os antigos. Encontre-se com pessoas de fora do negócio. Isto enriquecerá ainda mais a sua vida com outros pontos de vista.

É preciso equilíbrio e bom senso, principalmente, em uma das ferramentas mais poderosas do Marketing Multinível: o Sistema de Treinamento.

Sistemas de Treinamento de qualidade equilibram a técnica e a motivação. Sistemas de Treinamento ruins exploram em demasia o aspecto motivacional e criam um Fator R artificial!

Faça parte de um negócio e não de um culto. Qualquer Sistema de Treinamento que cria fanáticos é um mau Sistema de Treinamento. Marketing Multinível não é um movimento espiritual. Há pessoas que são verdadeiras prisioneiras. Prisioneiras do sonho.

Acredito que o negócio é para ser libertador e não para ser uma nova prisão.

Não devemos nos viciar na crise (pensamento negativo) nem no processo de cura (pensamento positivo).

Até parece que quanto mais sofrimento houver durante a construção do negócio de destas pessoas, maior será a sua recompensa.

No entanto, não é assim. Acredite, o seu cheque será de acordo com a movimentação sua e do seu grupo e não de acordo com o seu sofrimento. Então, se houver dificuldades, tudo bem, vamos superá-las sim, mas não fazer parecer que a dor é necessária ao sucesso.

Espera aí!!! Mas as pessoas bem sucedidas não tem tendência a fazer grandes sacrifícios? Sim, mas isto é bem diferente de você dizer que as pessoas que fazem grandes sacrifícios tendem a ser bem-sucedidas…

O que deve ser valorizado é a garra e não a dor. De outra forma você pode se ver daqui a algum tempo esgotado física, emocional e financeiramente. Além de perder a sua identidade e capacidade de pensar de forma independente.

Não adianta ter o respeito dos outros (líderes do Sistema) se você não tem o seu próprio respeito.

Mais do que Dinheiro
O bom relacionamento com as pessoas será conseqüência de tratá-las bem. Paciência e compreensão são importantes. Você não fará amizades intensas com toda sua rede (principalmente quando ela já estiver imensa), mas as pessoas confiarão mais se você souber respeitá-las.

O Fator R é fundamental para o sucesso no MLM. No entanto, uma pergunta é importante: estes relacionamentos, no seu caso, estão sendo criados em cima de qual base? Interesse comercial?

Quero que você me compreenda. Não penso que você seja tão ingênuo a ponto de pensar que não existe nenhum interesse comercial em ajudar as pessoas da sua organização a serem bem sucedidas. É óbvio que há. O Marketing de Rede não é uma obra assistencial, e sim uma oportunidade de negócios.

A grande diferença é que está baseada no princípio do “ganha-ganha” e da interdependência. Você ajuda outras pessoas a terem sucesso financeiro e isto aumenta o seu sucesso financeiro.

Você não pode colher lealdade e consideração da sua rede se não plantou. Mais do que dinheiro, você tem que investir suas emoções.

Seu desenvolvimento no negócio não deve ser encarado somente pelo lado financeiro, deve haver crescimento pessoal. De outra forma você estará tratando o MLM como mais um negócio tradicional e não entenderá o que é ajudar pessoas. Será maduro no dinheiro, mas imaturo no crescimento pessoal.

Não é possível haver transformação real da pessoa se não houver transformação interior. Se você é um recrutador ou uma pessoa que pretende fazer o negócio de forma impessoal (estritamente profissional, alguns diriam), você não constrói relacionamentos.

Você se relaciona com as pessoas da sua linha ascendente e descendente para formar uma equipe. Se você não constrói um relacionamento pessoal forte com a sua linha descendente o que acontece? Eles olham para o outro lado da cerca e comparam produtos pelos seus ingredientes ou empresas pelo tempo de mercado, número de distribuidores, ou qualquer outra coisa. Entretanto, quando você constrói relacionamentos, sua linha descendente irá levar estes relacionamentos também em conta. E se houver um bom relacionamento (e o negócio também for bom) você terá lealdade da sua organização.

Pense comigo: se a decisão por uma empresa de Marketing de Rede fosse baseada única e exclusivamente em aspectos objetivos, porque haveria tantas empresas? Só nos E.U.A. temos, hoje, mais de 5.000 empresas em atividade, dezenas atuando nos mesmos nichos de mercado.

Há companhias que são verdadeiros “dinossauros” e que, de outra forma, já teriam se extinguido como seus amigos répteis, pois ficam em visível desvantagem quando compara-se os seus planos de compensação, sistemas de distribuição e flexibilidade com algumas companhias mais novas.

No entanto, estas companhias continuam tendo excelente taxas de vendas (e lucros). Por quê? Porque as suas lideranças entendem que este é um negócio de relacionamentos. Não é o simples fato de um plano de compensação pagar 1% a mais, um produto ser um pouco melhor, ou o Sistema de Treinamento ter um recurso a mais que faz a diferença.

Os relacionamentos são fundamentais, porém precisamos estar atentos para que a criação destes relacionamentos não se torne uma armadilha para que pessoas permaneçam no negócio durante vários anos sem nenhum resultado. Qual é a linha divisória? A linha divisória é a honestidade: o Fator R verdadeiro…

Denílson Braga é Farmacêutico, Empresário e Pesquisador de MLM.

OBS: Texto adaptado da edição Nº 18 (dezembro de 1998), do extinto Jornal Estágio 10.

Fonte: Chance

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Vontade de fazer

De manhã, quando acordamos, temos duas opções: levantar ou ficar mais um pouco na cama. Se em nossa cabeça estiver uma necessidade como a fome ou a vontade de ir ao banheiro, simplesmente atiramos as cobertas para o lado e levantamos. No entanto, se o que prevalece é à vontade de ficar dormindo, simplesmente pensamos que só mais uns minutinhos não vão fazer nenhuma diferença.

Sabemos que temos que levantar e sabemos da importância de se iniciar o dia bem cedo, para aproveitar as oportunidades, mas preferimos ficar na cama. Por quê? Simplesmente porque é o que queremos naquele instante.

Se no exemplo citado acima acordarmos com fome, ficar na cama não é mais uma opção. Se a necessidade for ir ao banheiro, ficar na cama também deixa de ser uma opção.

Só fazemos as coisas quando queremos, quando temos a disposição e a vontade de fazer. Caso contrário, inventamos dezenas de desculpas para não fazer.

Sabemos que precisamos de saúde e de exercícios físicos, mas se não estivermos dispostos e quisermos fazer estes exercícios para melhorar a nossa saúde, não há forças neste mundo que consigam nos obrigar a iniciá-los e, pior ainda, nos manter fazendo estes exercícios.

Penso que preciso emagrecer, mas como não quero parar de comer, o que acontece? Uma avalanche de desculpas para justificar o fato de eu nunca começar.

Penso que tenho uma visita para fazer, mas não quero sair de casa hoje, o que acontece? Uma enxurrada de desculpas para não precisar sair.

Sempre prevalece a nossa vontade. Não existe motivo para desculpas quando estamos fazendo o que queremos, mas quando não queremos tudo é motivo para não fazer.

Se no momento em que tivermos que fazer uma determinada tarefa, não estivermos dispostos ou com vontade de fazer, não interessa a necessidade e nem a obrigação de realizar, porque simplesmente não vamos fazer.

Sabemos que precisamos e queremos ter dinheiro, mas não basta fazer planos e saber que temos que cumpri-los, não basta saber que para termos sucesso neste negócio de marketing multinível precisamos trabalhar, precisamos prospectar, falar e visitar as pessoas, ir a reuniões, viajar, vender e recrutar. Sabemos de tudo isto, mas temos que ter consciência que precisamos querer fazer tudo isto, saber se estamos dispostos a fazer tudo isto. Porque a partir do momento que decidimos o que queremos, “não fazer” deixa de ser uma opção.

Se você pensa que quer, mas está arranjando desculpas para não precisar fazer, é melhor reavaliar suas decisões. Parar por um instante e decidir o que realmente você quer, porque se não existir à vontade de fazer, simplesmente não será feito. Nada acontecerá e desta forma você estará somente se iludindo, perdendo tempo e, o pior de tudo, maculando a imagem que faz de si próprio, simplesmente porque de forma inconsciente estará sabotando o seu próprio sucesso. Não terá resultados e se culpará, se achando preguiçoso, displicente, relaxado, indisciplinado, incapaz, desorganizado e até mesmo um fracassado. Quando, na verdade, você não esta fazendo o que realmente quer, e sim o que pensa que quer.

A diferença é que, quando realmente queremos, não há nada que nos impeça de conseguir o que queremos. O que infelizmente não ocorre quando estamos em dúvida ou não temos certeza suficiente.

Luiz Carlos Bueno dos Santos é empresário e líder de Marketing de Rede.

Fonte: Chance

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Sem tempo para ter tempo

Como diz um amigo meu, na maioria das vezes “tempo é preferência”.

Em geral, quando uma pessoa recebe um convite para alguma coisa que, a princípio, não lhe é atraente, a rejeição é demonstrada através de uma desculpa, normalmente relacionada à falta de tempo. Muitas vezes, aquilo que se rejeitou foi trocado por algo que interessava mais a ela. Exemplo: trocar uma reunião de condomínio por um churrasco.

Outros, no entanto, levam de fato uma vida corrida ao extremo, a ponto de não sobrar mesmo muito tempo livre. Alguns trabalham em mais de dois empregos e acabam se prendendo a um círculo vicioso como de um carrossel, a famosa “corrida dos ratos”. Sair dela é um tremendo desafio, que muitos não vencem e terminam a vida presos nela.

Querem ter tempo para curtir a vida, os filhos, a família; aproveitar o que a vida tem de bom; conhecer lugares que ainda não conhecem por esse mundão afora; tirar férias prolongadas várias vezes por ano, sem ter que prestar contas a ninguém; enfim, viver plena e intensamente, no sentido mais literal da palavra. Todos merecem, todos poderiam, mas nem todos estão dispostos a pagar o preço que custa a conquista desta tão sonhada liberdade.

Muitos dizem que grandes oportunidades, do tipo que dão guinadas de 180º na vida de uma pessoa, costumam bater na porta uma única vez. Bem, não é isso que vemos acontecer àqueles que não vedam seus olhos e que insistem em procurar enxergar e analisar com atenção tudo que se passa ao seu redor.

Grandes oportunidades pairam à nossa volta, a qualquer tempo, e às vezes nos são apresentadas até de bandeja para facilitar. Mesmo assim, muitos não as reconhecem e as rejeitam. Pior, saem reclamando de seu infortúnio, de sua falta de sorte, que dão um duro danado, mas Deus não os ajuda. Até botam a culpa Nele e apóiam-se em álibis para justificar suas esquivas.

Essas pessoas já foram apresentadas ao Marketing Multinível e rejeitaram a oportunidade mais de uma vez. Porém, na maioria das vezes, isto acontece por falta de informação ou conceito pré-concebido erroneamente: “me falaram que este negócio é assim ou assado”.

No entanto, no momento em que se entende, de fato, é impossível não se entusiasmar diante da grandiosidade desta oportunidade. Diante da possibilidade de resgatar sonhos que já haviam sido descartados. Quando se entende, verdadeiramente, esta fantástica indústria, volta-se a sonhar e acreditar na realização desses sonhos, sem ter que depender de uma ajudazinha da Loteria.

Assalariados que labutam muito mais de oito horas por dia, por um salário minguado no final do mês, e que não tem tempo para viver — pois trabalham para sobreviver, para comer e pagar as contas —, são os que têm mais motivos para pensar com carinho na possibilidade de desenvolver o MMN.

Não tem tempo? Pois precisam dar um jeito de “arrumá-lo”, se querem realmente conquistar o tempo que não têm hoje. Precisam entender que o fim justifica os meios.

Precisam acreditar e se apaixonar, para agregar de alguma forma esta atividade ao seu dia-a-dia, e isto tem que ser uma coisa natural. Não se pode trabalhar com o MMN sem acreditar nele, pois caso contrário não se obterá êxito.

É claro que não vai ser fácil. Os resultados não cairão do céu, sem empenho e dedicação. É preciso trabalhar duro. No começo, seu fardo pesará ainda mais, pois é trabalho dobrado. É um trabalho a mais, agregado ao velho “trampo”, mas é preciso.

Se manter o foco, a disciplina, a perseverança, a persistência e, acima de tudo, conservar seus sonhos bem vivos em sua mente, verá que vale muito a pena!

Verá que eles estão logo ali, ao seu alcance, esperando para serem arrebatados.

Lembre-se: aqueles que menos têm tempo para desenvolver o MMN são os que mais têm motivos para fazê-lo!

Rogério Verinaud é Publicitário e Distribuidor Líder de Marketing Multinível.

Fonte: Chance

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O sucesso é possível

O que é preciso para se ter sucesso? Para uma resposta mais específica, seria necessário conhecer as nossas principais dificuldades, saber quais são os nossos maiores problemas, identificar o que nos atrapalha e… pensando bem, no que isto realmente nos ajudaria? Quando foi que alguém chegou ao sucesso fixando-se nos problemas ou valorizando as dificuldades?

Quem pretende atingir um objetivo, fixa seu foco e sua atenção em tornar os seus desejos e sonhos em realidade. É lógico que precisamos conhecer e saber quais são as nossas limitações, mas unicamente como forma de possibilitar nosso crescimento e nosso desenvolvimento pessoal.

Você já definiu qual é o seu objetivo? Qual é o seu desejo? Qual é o seu sonho? O que você quer?

A partir do momento em que estas respostas forem encontradas, é preciso dar o próximo passo, partir para a ação e torná-las realidade, concretizá-las.

Definir exatamente o que você quer e em quanto tempo pretende atingir estes objetivos. Descobrir o que é preciso ser feito para realizá-los. Estabelecer uma estratégia, elaborar um plano de metas verossímil e possível para um período específico, dividindo-o em anos, meses, semanas e dias.

De forma geral, podemos afirmar que para se ter sucesso é necessário ter a atitude certa. É preciso ter a atitude de querer mudar de vida, de fazer um plano de ação, de colocar este plano em prática, de buscar os resultados, de fazer o que é preciso sempre que é necessário, sem procrastinar, sem desanimar e sem desistir.

É de extrema importância, antes que o plano seja iniciado, uma mentalização das tarefas que serão realizadas. É preciso se ver em atividade, em ação, executando as metas e realizando os seus objetivos.

É preciso estar preparado para as atribulações, para os problemas e para as dificuldades. Elas com certeza ocorrerão, mas é primordial manter-se firme atrás do cumprimento das metas que você mesmo atribuir.

Se os problemas não nos conduzem ao sucesso, temos que contorná-los, pois quando afastamos os problemas do nosso foco, conseguimos visualizar as alternativas e podemos nos concentrar nas soluções.

Concentrados nas soluções, conseguimos pequenos sucessos e adquirimos a confiança e a certeza que é possível obter o que se deseja, passamos a acreditar em nossa capacidade e em nosso potencial.

Não se deve titubear durante o trabalho e nem ser complacente com os pequenos fracassos, ou seja, não perder tempo se desculpando por não ter conseguido, mas sim aproveitar o tempo que tiver em fazer o possível (e o impossível) para não precisar se desculpar, fazendo simplesmente o que precisa ser feito.

Os seus resultados é que determinam o seu sucesso. Portanto, não esmoreça diante das dificuldades, faça a diferença, mantenha uma atitude vencedora, seja positivo. Lembre-se da importância em se manter olhando para cima se deseja subir, só não esqueça de examinar onde está pisando.

Estabeleça um ponto de referência, analise seu objetivo e descubra quem conquistou o que você quer ou está onde você quer chegar e rume para lá seguindo os seus exemplos e seus passos. Fixe sua atenção e seu foco para onde você está indo, e mesmo que os obstáculos apareçam, não os deixe impedir o seu caminho. Seja como a água que, diante de um obstáculo, o contorna mantendo firme o seu caminho para o mar.

O que deve ser intransponível é a sua vontade de conseguir atingir os seus objetivos e obter o que você quer.

Portanto, voltando a pergunta inicial, o que é preciso para se ter sucesso?

Podemos afirmar que, para isto acontecer, basta transformar os seus sonhos e os seus desejos em realidade, pois certamente os resultados obtidos nesta desafiadora empreitada trarão a você um estrondoso sucesso.

Luiz Carlos Bueno dos Santos é líder de Marketing Multinível.

Fonte: Chance

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O Empreendedor Campeão

Este texto é dedicado ao empreendedor campeão, que mostra plano todos os dias, sem restrição de tempo, clima ou local. Onde quer que seja, como quer que seja, quando quer que seja, lá está ele, com seu quadro, sua maleta e seus sonhos…

Voltando de um plano à noite, o empreendedor campeão percebe, nas casas das pessoas, os fachos de luz das televisões apresentando aquele programa que antes era o seu preferido. Escutando lá longe a música da vinheta do programa, ele se lembra o tempo em que ficava em casa depois do trabalho, assistindo televisão.

Ele olha à sua volta e bate um enorme desejo de estar em casa, abraçado à esposa e aos filhos. Uma saudade acentuada pela demora do ônibus, afinal já é quase meia-noite e as linhas diminuem. Então, ele vai para o ponto e procura um banco para sentar. Não encontrando, senta-se na maleta, equilibrando-se e usando o quadro como apoio. Ele aproveita o tempo para ler mais algumas páginas daquele livro de neurolingüística e, encontrando alguma coisa importante, anota no livro ata*, esperando passar o novo conhecimento para o grupo.

Daí, finalmente vem o ônibus, que quase passa direto. Ele corre meio que atrapalhado e entra na condução, olha a cara de sono do cobrador e boceja (lembrou que estava com sono). Procura um banco perto da janela e senta, colocando a pasta no seu colo e o quadro do seu lado. O balanço do ônibus faz despertar uma velha e incômoda companheira chamada “fome”, que o faz lembrar daquele sanduíche que tinha guardado na pasta. Tudo bem, está meio amassado, mas o estômago não liga. Quando acaba de comer, vem outro companheiro chamado “cansaço” que o faz deitar a cabeça no banco e balançar junto às curvas da estrada. Ele pensa nos compromissos de amanhã, e ainda arruma forças para dar mais uma olhada no livro ata*. Daí, se pega imaginando-se na viagem dos sonhos com a família:

— Faria tudo de novo agora mesmo, se fosse preciso — pensa o empreendedor campeão.

No decorrer da viagem, ele acorda e olha para o relógio pensando em encontrar a esposa acordada para dar-lhe um beijo, um abraço e contar como foi o plano. Ele também quer saber como foi o seu dia. Mas se esquece de que já é quase um novo dia. Abre a maleta e vê a foto do filho e da esposa. Pára, olha por alguns minutos e, nesta hora, daria tudo para chegar em casa mais rápido.

Chegando no seu bairro, o empreendedor campeão percebe a rua deserta e sente-se solitário, bate uma solidão, uma sensação de diferença que o faz refletir. Nesta hora, ele se recorda de um treinamento que dizia: “o sucesso é construído à noite! De dia as pessoas fazem sempre o que estão fazendo!” Isto o fez entender que não era solidão, e sim a “dor do crescimento”, a separação do cascalho e do Diamante, revigora-se o campeão.

Ele passa a mão na testa suada e cheia de poeira, olha para o céu estrelado e com um leve sorriso agradece ao Criador por mais um dia de trabalho. O empreendedor campeão sabe que não está só, ele sabe que estas coisas acontecem todos os dias e noites, são pessoas que buscam um resultado além daquele da maioria.

Enquanto as pessoas estão reclamando da vida, e aproveitando momentos de alegria passageiros, você sobe no palco e, cada passo que dá, o faz lembrar de cada momento importante da sua conquista.

Você acreditou, lutou e ganhou! Um novo pin** é seu, o palco agora é o seu lugar, uma lágrima escorre pelo seu rosto, uma lágrima que renova todas as suas forças, que te faz sonhar mais e mais. Sua vontade se torna maior, mais forte. Esta lágrima tem sabor de liberdade! Parabéns, você é um empreendedor campeão, que sabe que qualquer esforço vale a pena na realização dos objetivos, e que faz sua própria vida e a vida de outras pessoas valerem a pena! SUCESSO!!!

Fabrício Almeida é líder de Marketing de Rede.

* Livro Ata: espécie de diário onde o empreendedor anota tudo o que diz respeito ao seu negócio, metas, sonhos e planos.

** Pin: distintivo de lapela para reconhecimento das qualificações.

Fonte: Chance
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Assuma seu papel

Quando iniciamos um negócio multinível, surgem várias perguntas. Afinal, estamos diante de algo desconhecido que nos acena com a oportunidade de realizarmos nossos sonhos. Essas perguntas precisam de respostas convincentes, pois queremos saber se esse é o “veículo” que nos conduzirá aos nossos objetivos.

Assim ocorre com todas as pessoas, inclusive com nosso convidado. Ele quer saber o que é marketing de rede, que empresa é essa, se o negócio é legal e se ele pode fazer isso. Essas dúvidas precisam ser sanadas rapidamente para não correr o risco de perder o prospecto.

A grande maioria das pessoas não sabe ou não conhece o marketing de rede. Outros têm informações distorcidas e imaginam o marketing de rede como pirâmide ou qualquer outra coisa que tem como objetivo único lesar os participantes. É natural que queiram saber o que é marketing de rede e se é legal. Esteja preparado para esse momento, pois as informações precisam ser dadas e esclarecidas para que o convidado possa se engajar com todo o empenho.

O que é essa empresa? Quem é essa empresa que oferece bonificações tão significativas? Será que isso é verdade ou essa empresa quer apenas que eu compre o kit? Você, na qualidade de empreendedor, de líder, de alguém que quer conquistar seu lugar ao sol, precisa mais do que ninguém, conhecer a sua empresa, os produtos, o plano de compensação e saber as respostas para essas perguntas, pois ao menor titubeio você perde seu convidado. Se você quer atingir o sucesso em um negócio multinível, ajude seu convidado e conduza-o ao sucesso.

Não importa qual a empresa que você está cadastrado, o que importa é a convicção que você tem com relação à empresa e a oportunidade que está levando aos seus convidados. Essa é a melhor empresa, a que está dentro de você. Não se engane, antes de “vender” a empresa, você precisa se “vender”. Se o seu convidado ou cliente te “comprar”, você já conquistou metade do caminho. A outra metade ficará na dependência do seu poder de fechamento.

Lembra-se de quando iniciou seu negócio multinível e sua família e seus amigos disseram para sair fora, que você estava louco, que isso era uma roubada, que você tinha que procurar um emprego de carteira assinada e você pensou em desistir? Pois é, isso vai acontecer com seu convidado. Ele vai entrar em “parafuso” e pensará ser ou não capaz de fazer isso. Ficará dividido entre a oportunidade e o que lhe falaram. Isso envolve a auto-estima de seu convidado e cabe a você, como líder que é, ajudá-lo a enxergar-se capaz e que só depende dele conquistar ou não, seus objetivos.

É uma situação delicada e é preciso que você o ajude a vencer esse conflito. Afinal, quem levou a oportunidade foi você. O papel do patrocinador é ajudar, formar e desenvolver o convidado. A sua organização precisa estar preparada para enfrentar os obstáculos.

Perseverar é o que fará qualquer pessoa atingir o objetivo. Observe um bebê no chão aprendendo a andar. No início, tenta levantar a cabeça, apoiado nos braços, levanta e cai, levanta e cai, bate a cara no chão, chora, tenta de novo, firma-se. Aí aprende a engatinhar. Engatinha por toda a casa, esfola o joelho e descobre que pode ficar em pé apoiando no sofá, na parede e nos móveis. Cai inúmeras vezes, mas ele continua. Descobre então que pode andar sem se apoiar e cai outras tantas vezes, chora, se irrita, mas continua. Então, aprende a andar, a correr, a pular, a falar, cresce, quebra a cara e desiste dos sonhos. Esqueceu-se de que a perseverança o acompanhou por toda a sua vida. Quanto tombo levou para aprender a andar e nunca desistiu. No momento crucial de sua vida, depois de tanta experiência, desiste diante dos obstáculos.

É preciso voltar a ser perseverante como nos tempos de bebê. Somos grandes e a vitória está dentro de nós. É preciso vencer os “fantasmas” e ir à luta. É preciso fazer o que tem de ser feito.

Nascemos com o necessário para triunfar. DEUS nos deu a capacidade de sonhar e também a capacidade de realizar. Tente quantas vezes for necessário, persevere, tente até acertar.

Claudinei Costa é empreendedor e palestrante.

Fonte: Chance

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A disciplina e suas nuances

Quer dissipar aos quatro ventos toneladas de esforços e litros de suor? Ou seja, trabalho árduo e sofrido sem, praticamente, resultado algum? Então trabalhe sem disciplina, sem consistência, sem tornar dessa ação um hábito.

Nesta segunda-feira, o Jornal HOJE da Rede Globo de Televisão exibiu uma matéria que foi um “prato-cheio” para tecer este comentário, bem oportuna para nos inspirar e nos dar uma pequena e preciosa lição. O tema era a dieta adotada por muita gente para manter a forma e perder peso.

Vejam só como é “genial”! Tenta-se fechar a boca durante a semana para no final de semana comer tudo que tem direito e mais um pouco… aí chega na segunda-feira, vamos todos para a academia malhar! malhar! malhar!… e malhar!!! E tentar perder em um só dia todas as calorias e a reserva lipídica desenvolvidas durante a semana anterior inteira. Digo a semana inteira porque o tal regime de boca é basicamente seguido à risca (em função do peso na consciência) só na segunda-feira. Inclusive, a busca pela academia é surpreendentemente superior na segunda-feira (porque será?), em relação aos outros dias.

Teve até o depoimento de uma funcionária de academia afirmando que as matrículas de novos associados aumenta 60% às segundas-feiras. Uma proprietária de restaurante disse que na 2ª feira os clientes procuram uma alimentação bem diet e light como: verduras, legumes e tudo que pode ser saudável, frituras nem pensar! As sobremesas também são desprezadas (mas, acredite: só na segunda) na terça ela disse que tem de aumentar a quantidade três vezes mais para atender a demanda e assim se mantém no resto da semana.

Conclusão: essa tentativa de controlar o peso e melhorar a saúde e boa forma, sem nenhuma disciplina, é completamente inútil.

Bem, o que afinal tem a ver tudo isso com Marketing de Rede? A resposta me parece bastante óbvia. O sucesso de MLM é embasado na disciplina, na consistência, ou seja na capacidade de tornar o ato imposto por você mesmo, que muitas vezes é fatigante, num hábito natural, tão natural quanto necessário para progredir, desde que o “prêmio” ou a realização do sonho que você busca valha o preço a se pagar representado pelo trabalho árduo e disciplinado do empreendedor de MLM.

De nada adianta tentar fazer num único dia da semana todo trabalho que você deixou de fazer no resto dela. Além de ser bem menos cansativo fazer um pouco a cada dia, num esforço menor, mas constante, do que deixar acumular as visitas e tentar fazer tudo num único dia (claro que isso, por outro lado, é humanamente impossível).

Tente mostrar o plano 100 vezes num dia ou falar com 100 pessoas nesse mesmo dia sobre os benefícios de seus produtos ou serviços. Se conseguir fazer isso com eficácia me ensine a “fórmula mágica”.

Por que nós, empreendedores de MLM, somos tão diferentes? (acho que o termo “especiais” cabe melhor). Eu lhe digo: porque somos, ao mesmo tempo, sonhadores e edificadores. Porque a palavra ceticismo não consta em nossos dicionários. Porque temos visão, objetivos e metas claras em nossas mentes, e muitas vezes caminhamos rumo a elas, solitários em meio à multidão de pessoas comuns (ou diferentes de nós). Pessoas que não pensam (além dos pensamentos diários… levantar cedo, pegar o metrô, bater o cartão, trabalhar para o patrão, voltar pra casa, dormir, levantar cedo, pegar o metrô…), não têm sonhos, ou melhor, têm sonhos sim, tão intensos quanto a certeza de que eles nunca passarão de sonhos inalcansáveis.

O que diferencia o profissional de Network Marketing de sucesso dos demais é essa capacidade de manter sua crença inabalável de que está no Melhor Negócio do Mundo, o negócio que pode construir uma vida melhor, com mais qualidade para qualquer mortal. A capacidade de manter seu entusiasmo além das “segundas- feiras da vida”, nos outros dias da semana, nos outros meses do ano e por todos os anos que virão, pelo resto de sua vida.

Quero terminar esse artigo com uma bela frase que marcou muito para mim, de Edward B. Butter, muito bem colocada no livro de Sergio Buaiz “A Fórmula da Liderança”. Diz assim: “Certos homens têm entusiasmo por trinta minutos, outros por trinta dias, mas é o homem que tem entusiasmo por trinta anos que faz da sua vida um Sucesso!”

Esta regra é válida para qualquer segmento… até mesmo para manter a boa forma e obter mais saúde e qualidade de vida.

Rogério Verinaud é Consultor Comercial Independente da Pure Essence.

Fonte: Chance

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A Parábola do Semeador

Quem trabalha com Marketing de Rede faz apenas duas coisas: vende os produtos de alguma empresa e convida outras pessoas a fazerem parte do negócio. Resumindo, isso é um negócio de duplicação de vendas a varejo por um canal de distribuição direta.

E a grande promessa do Marketing de Rede é: “faça o que for necessário para conduzir seu negócio com sucesso e ficará rico além de suas expectativas mais otimistas, com todo o tempo disponível do mundo para gastar seu dinheiro”. Nenhum outro tipo de negócio lícito tem um potencial tão grande como esse.

Porém, muitos distribuidores de Marketing de Rede não ficam tempo suficiente no negócio para saber se seriam bem-sucedidos ou não. Esse artigo é para aqueles que acreditam no negócio e na empresa na qual trabalham e estão dispostos a colecionar uma enorme cota de “nãos”.

A parábola que vou contar não é da minha autoria, peguei emprestada do meu melhor amigo, Jesus Cristo. Ele a usou como comparação do reino de Deus, mas se aplica perfeitamente ao nosso caso.

“Eis que o semeador saiu a semear. E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves e comeram-na.

Outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra profunda; mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz.

E outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram, e sufocaram-na.

E outra caiu em boa terra, e deu fruto; um a cem, outro a sessenta e outro a trinta”.

Nós somos os semeadores, a semente é a empresa na qual trabalhamos, e a terra são as pessoas com as quais compartilhamos a oportunidade.

A semente que caiu ao pé do caminho é aquele que convidamos para uma reunião da empresa, ele comparece, gosta do que vê, mas não se decide no momento. No dia seguinte, você liga para saber da decisão e ouve: “Sá que qué, a prima da manicure da minha cunhada disse que esse negócio é uma fria; ela sabe de gente que perdeu muito dinheiro com isso. Mas, de qualquer forma, brigado pelo convite”.

A semente que caiu em pedregais é aquele que assiste à apresentação e fica super entusiasmado: “Cara, vou ficar rico com esse negócio! Venho procurando algo assim há tempos”. Encomenda um pouco de produtos, oferece para alguns parentes e amigos, e eles não compram. Daí ele pensa: “bem, talvez eu não precise vender, vou botar meus amigos no negócio, eles vendem e eu ganho as comissões”. Os amigos ouvem a proposta e perguntam: “É mesmo? Isso dá dinheiro? E quanto você já ganhou”? Um mês depois está fora do negócio.

A semente que caiu entre os espinhos é aquele assina o cadastro, encomenda os produtos, mas nunca sai para trabalhar nem comparece aos treinamentos. Acorda às 10h, olha pela janela e pensa: “Não sei não, mas acho que vai cair um toró. Melhor ficar em casa e organizar meu estoque”. A empresa oferece um treinamento incrível, com os melhores, no domingo. Você liga para ele e ouve: “Quê? Cê ta louco?! No dia do jogo do meu Coringão? Tô fora”!

A semente que caiu em boa terra são aqueles que falam com pessoas sobre os produtos e a oportunidade todos os dias; vendem todos os dias; comparecem a todos os treinamentos importantes e ligam para você toda semana perguntando o que fazer para melhorar os resultados.

Uns apenas constroem uma base sólida de clientes, pois já são apaixonados pela carreira que têm, mas querem uma renda extra.

Outros fazem isso, e também ensinam alguns amigos fazer o mesmo, e estão felizes, embora sem muitas pretensões.

Outros se tornam empresários bem-sucedidos, proporcionando a você o que está escrito no segundo parágrafo.

A pergunta que você precisa responder é: DURANTE QUANTOS ANOS VOCÊ ESTÁ DISPOSTO A SEMEAR?

Eliseu Egidio Porto é Líder de Marketing Multinível.

Fonte: Chance

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Ajuste de foco

Hoje, em todo o mundo, enfrentamos grandes adversidades, porém, dentre todas as nossas preocupações, uma das maiores talvez seja a dificuldade de se conseguir estabilidade financeira.

O que faz a diferença hoje: capital para investir, agilidade, conhecimento, ter um curso superior, ter um curso de idiomas, informática…

Para nós brasileiros, esta situação é bastante sensível e real. Vivemos a chamada lei da sobrevivência, onde os novos critérios para se fazer dinheiro se confundem com os velhos paradigmas.

É preciso acompanhar a mudança, evolução que ninguém pode controlar e muito menos prever aonde chegará, tornando as profissões obsoletas com muito mais velocidade. Em contrapartida, a cada dia surgem novas necessidades, permitindo oportunidades para os visionários conquistarem estabilidade profissional e, em muitos casos, a riqueza.

Você precisa dar ao mercado o que ele necessita, ter a sensibilidade para reconhecer seus desejos e colocar-se ao seu dispor.

Dores de cabeça como a inadimplência e o desemprego tornam-se investimentos promissores, quando você os trata como mercado em tempos de crise.

Se você tem algo como o Marketing de Rede nas mãos, por exemplo, o desemprego pode tornar-se uma ótima fatia de mercado a ser explorada!

O que estamos buscando?
Considerando o negócio de Marketing de Rede, independente da sua formação acadêmica ou do nível que já atingiu até aqui, defina qual o seu objetivo e o que você duplica como idéia. O que você espera alcançar?

Muitos adeptos deste negócio vão dizer que estão aqui para ganhar milhões, viagens internacionais ou aquela BMW tão sonhada, mas nem todos são assim, tão ambiciosos.

Existe uma tendência de se adorar os grandes, o que, até certo ponto, é saudável e estimulante (creio que o estilo de vida de um Diamante ou similar não desagrade a ninguém), porém isto não é a realidade da maioria.

Os índices de desistência no Marketing de Rede são muito altos, talvez por erro no foco.

Ganhar mil reais ao mês com Network Marketing, em dois ou três anos de trabalho, é um grande negócio, se você ganha menos que isso hoje, ou se levou a vida toda para conquistar um salário de dois mil reais/mês.

Talvez, se você colocasse como objetivo alcançar uma renda de mil reais/mês, em dois ou três anos, seria absolutamente possível desenvolver este negócio nas horas vagas somente.

Abordagem de baixo impacto
Parece óbvio, mas no momento das atitudes ou de dar o “exemplo”, parece que muitos não estão aqui por mil reais e sim por dez mil/mês. Pior, estão mais preocupados em comportar-se como se já estivessem faturando isto e, em sua esmagadora maioria, desistem antes mesmo de ganhar cem reais/mês.

Mas se você tem que lutar por algo que vale a pena, poderia dizer que é melhor mirar na lua, pois, se errar, ainda assim estará entre as estrelas.

Talvez me chame de medíocre ou diga que mil reais/mês não é um sonho digno, pois não motiva ninguém a sair de sua zona de conforto para trabalhar.

Talvez pra você, que é um garimpeiro profissional, não interesse mil reais/mês, mas o fato é que, para 90% de uma nação miserável e falida, isto talvez faça bastante diferença.

Por que não tratar este negócio como uma forma de se viver com dignidade, renda extra que pode ser usada para pagar a escola dos filhos, faculdade, contas no final do mês, consórcio do carro zero; uma aposentadoria futura, ou opção profissional. Quantos estão realmente querendo ficar ricos?

Está na hora de parar de delirar por milhões, parar de traçar metas estratosféricas, formar e ajudar quem já está na rede, valorizar os 10%, 20% ou 30% de comissões da venda direta e analisar a empresa mais segura, ao invés de embarcar numa nova aventura dos sonhos.

Talvez, com esta abordagem de baixo impacto, você fique mais próximo de alcançar seus objetivos e, quem sabe, de faturar muitos milhões.

Marcelo de Castro Neves é distribuidor de Marketing de Rede.

Fonte: Chance

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