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Como atingir o sucesso em Marketing de Rede

Em um sistema de Marketing de Rede, a duplicação dos conceitos é a chave para atingir o sucesso.

Promover o sistema é o melhor meio de montar um grande negócio. Entenda que “o sucesso não ocorre por acaso”. Não somos puxados para os altos escalões do sucesso. Ao contrário, somos elevados pelos que trabalham ao nosso lado.

Para se atingir um alto nível de sucesso, é necessário ter o apoio e a cooperação dos outros. E para se obter esse apoio e cooperação, deve-se ter capacidade de liderança. O sucesso e a capacidade de liderar – isto é, levar os outros a fazerem aquilo que não fariam se não fossem dirigidos – andam de mãos dadas.

Edifique seus líderes e reconheça suas realizações. Este negócio é construído segundo o princípio da duplicação, então dê um bom exemplo: mantenha-se fiel ao compromisso feito a você mesmo de atingir suas metas, mergulhe no sistema e vá em busca de seus sonhos.

Saiba que a equipe é seu reflexo. Exercer a liderança através do exemplo é fundamental para se atingir o sucesso em Marketing de Rede.

Como atingir o sucesso em Marketing de Rede? Colocando em prática os seguintes pontos:

Acompanhamento:
O acompanhamento tem por objetivo motivar as pessoas em sua tomada de decisão para iniciarem suas atividades no Marketing de Rede. É realizado após as reuniões, seminários, convenção e é fundamental para o crescimento da sua organização. Esse procedimento é muito importante e deve ser utilizado para se conseguir novas adesões. O acompanhamento de vendas nada mais é do que uma técnica de vendas.

Buscar aconselhamento:
Ter a humildade de aprender a todo instante faz de você um líder. Dentro do Marketing de Rede, buscar aconselhamento com a sua linha ascendente é um meio eficaz de ter informação segura e de garantir que a sua caminhada rumo a graduação seja um sucesso. A sua ascendência têm a resposta que você precisa.

Assistir seus descendentes:
O sistema foi elaborado para dar suporte aos distribuidores. A duplicação perfeita das informações é o segredo para se atingir o sucesso em Marketing de Rede. Certifique que seus descendentes estão aplicando corretamente os ensinamentos. Da mesma forma, pare e reflita se você está ensinando corretamente e não tenha vergonha em pedir ajuda. Seja humilde o suficiente para solicitar apoio às pessoas mais capacitadas que você. Alguns pontos são importantes e devem ser acompanhados:

Fazer organograma, contato diário com descendentes, reuniões com seus líderes, simulação de convite/demonstração, lateralidade x profundidade, natalidade x mortalidade, linha de patrocínio ativa, trabalhar a ponta, confraternização e acompanhamento diário da produção.

Fazer reuniões:
As reuniões são fundamentais para que as pessoas conheçam os produtos, o sistema de trabalho e é onde recebem o convite para fazer parte da sua organização. Devem mostrar a oportunidade de negócio e que a sua empresa oferece e o suporte necessário para que estas pessoas atinjam o sucesso. Lembre-se, a reunião é a maneira mais rápida de propagar e agregar pessoas ao seu negócio.

Construir o sucesso através do sucesso de outras pessoas:
Segundo Jean Paul Getty, existem seis pontos a serem colocados em prática para se atingir o sucesso:

1 – Ser dono de seu próprio negócio;
2 – Ter produto ou serviço de qualidade;
3 – Garantir esse produto ou serviço;
4 – Garantir a satisfação do cliente;
5 – Remunerar bem quem faz o serviço; e…
6 – Construir o seu sucesso através do sucesso de outras pessoas.

A força de sua organização está na aplicação destes conceitos, pois o mais importante na sua rede são as pessoas que dela fazem parte.

Claudinei Costa é professor, escritor e consultor. Ministra cursos e palestras na área de vendas, desenvolvimento humano e qualidade de vida.

Fonte: Chance

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As relações humanas e o Marketing de Rede

O Marketing Multinível tem dois pontos importantes: produtos e pessoas. Quando falamos em produtos, nós nos lembramos de empresas, onde é importante que se tenha qualidade, bons preços, um bom plano, entrega rápida, enfim, e nós temos pessoas que trabalham em cima disto.

Por outro lado, é importante que o grupo, a rede cresça, o canal de distribuição se expanda, e para isto é importante nós conhecermos bastante o ser humano. Quando nós falamos de pessoas, é muito complexo definir com exatidão: o ser humano é “assim”. Na verdade, cada pessoa é uma mente, e cada mente é um universo.

Não sou formado em Psicologia, e não pretendo ser. Por isto, o que eu vou falar aqui, para algumas pessoas pode ser questionável. Para outras, vai fazer sentido. Algumas pessoas vão gostar, outras não. Na verdade, eu não quero ensiná-los a fazerem Marketing de Rede. O que eu quero, aqui, é simplesmente dar um depoimento pessoal do que eu vejo desta área, dentro deste mercado.

Importante: quando eu falo de pessoas, eu falo de dois princípios fundamentais na concepção de uma rede, dois princípios que começam com “P”. E você precisa ter isto se pretende construir um grande grupo: “P” de profissionalismo e “P” de paixão. São duas coisas fundamentais e bastante distintas.

Quando eu falo de paixão, eu falo de emoção, eu falo de crença, do abstrato: “olha, eu creio que a minha empresa é a melhor”, e você está certo. É a melhor porque é a sua. Como eu acho que a minha mulher é a melhor. Ela é a minha! Não é verdade?

Como você, de repente, acha que o seu patrocinador é o melhor. Claro! É o seu! A sua linha ascendente é a melhor. Claro! É a sua! E nós temos que ter este hábito de valorizar o que é nosso. Correto?

Então, dentro deste conceito, é importante você ter paixão pelo negócio. E quando nós falamos de paixão, você não tem muito o que explicar: “Eu simplesmente gosto. Me identifiquei e quero trabalhar nesta área, com esta empresa e com estes produtos”. Isto é inquestionável.

Um outro ponto importante é o profissionalismo. É o caso de você conhecer o negócio, de você saber contactar as pessoas, de abordar as pessoas, e aí vai um leque de opções que cada um vai ter. O Melck Aquino* falou de um deles, que é a Internet, e todos têm uma experiência particular. Eu, por exemplo, tive algumas experiências bastante interessantes e muito proveitosas ao longo de cinco anos trabalhando dentro desta atividade.

Sou um ex-militar da Força Aérea, onde fui enfermeiro durante 14 anos. Fora esta atividade, eu era estudante de Odontologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro, quando iniciei este processo de Marketing de Rede. Dentro de uma aula de patologia oral, que eu me lembro até hoje, estávamos estudando cerca de 2000 doenças da boca. Foi quando eu comecei a olhar as “bolinhas” do Marketing Multinível e pensei: “puxa, eu acho que vai ser muito mais fácil eu crescer nesta área aqui”.

Dali pra frente, eu comecei a gostar do negócio. Tive algumas experiências. Todas foram bem-sucedidas, porque todas as experiências são válidas, todas as experiências são boas porque em todas elas você aprende alguma coisa. E, se você souber aproveitar bem, sempre aquilo vai ser um passo a mais dentro da sua jornada.

E nós tivemos, assim, algumas experiências super interessantes. Trabalhamos durante um ano e cinco meses dentro de uma atividade em que não tivemos resultado nenhum financeiramente, mas aprendemos muito. Depois, tivemos uma segunda experiência onde crescemos, reunimos cerca de 2500 pessoas no grupo, tivemos mais um problema e esta empresa deixou de existir. E trabalhamos numa terceira empresa, onde tivemos 8500 pessoas no grupo, e esta empresa também deixou de existir. Mas nada importa, porque nós não entramos para uma empresa. Nós entramos para o negócio!

E a minha idéia é a seguinte: eu só preciso de uma boa empresa, que me dê suporte, porque eu vou crescer em qualquer uma que eu entre! É a nossa atitude que constrói o negócio! Por isto, eu sempre acreditei que a parte mais importante neste negócio seria o grupo. O time!

Uma das coisas que me deixa intrigado é que existem vários times de futebol, de basquete e times de vários outros esportes. Cada um tem o mesmo número de participantes, o mesmo número de reservas, as mesmas regras, enfim, tudo é praticamente igual, mas o que diferencia um time de Voleibol do Brasil, que está aí arrasando? O que diferencia ele dos outros? A qualidade das pessoas. O profissionalismo destas pessoas. A paixão que estas pessoas têm pelo que fazem!

Então, eu acredito na tecnologia e acredito na evolução. Acredito que tudo vai melhorar, mas nós não podemos depender disto.

Há quase 2000 anos atrás, existiu um homem chamado Natanael, que conheceu o Cristianismo e “contactou” outra pessoa para conhecer a idéia. Ela se chamava Pedro. E Pedro chamou cinco mil pessoas para conhecerem a idéia… Naquela época não existia tecnologia, não é verdade? Mas funcionava. E funciona! Então, dentro de tudo isto, eu acho que a tecnologia é boa e tem que ser utilizada. É mais uma ferramenta. É mais um instrumento, que você pode e deve usar. Mas eu estou aqui para falar de relações humanas e tenho que falar de pessoas!

Independente de usar ou não a tecnologia, quando você fala de time, precisa de um técnico, precisa de um capitão. Assim como você pode falar de uma orquestra, que precisa de um maestro. Precisa de pessoas que dêem a direção correta.

Quando nós falamos de trabalhar em equipe, em time, nós estamos falando de um negócio que, se você faz o que acha que é real, o que deve ser feito, eu faço o que acho que deve ser feito, e o outro faz o que acha que deve ser feito, e o outro faz o que acha que deve ser feito… Na verdade, você não vai ter um grupo homogêneo caminhando e crescendo.

Eu acredito na livre iniciativa, acredito que as pessoas têm que trabalhar, acredito que as pessoas têm que evoluir, pensar, crescer… aprender, crescer e mudar… mas é importante que a gente entenda que o Marketing Multinível é um negócio de pessoas. E quando falamos de seres humanos, precisamos entender o que eles pensam.

Quando estas pessoas entram para o Marketing Multinível, nem sempre têm hábitos que desenvolveram para focalizar o seu negócio próprio. E isto é uma das maiores dificuldades nossas. Não sei… acredito que da grande maioria. Ter que criar nestas pessoas hábitos de sucesso, hábitos positivos, hábitos construtivos, hábitos que vão fazer com que elas gerem resultados.

Eu costumo dizer, dentro do nosso grupo, que os hábitos vão te conduzir ao sucesso ou ao fracasso, e isto não é só no Marketing de Rede, mas em qualquer lugar. Os hábitos vão fazer de você um campeão ou um fracassado. O seu papel, neste caso, é fazer com que a maior parte do seu grupo tenha hábitos de sucesso, desenvolva estes hábitos de sucesso. E nós sabemos que bons hábitos são difíceis de alcançar, e muito fáceis de se deixar. E maus hábitos, são muito fáceis de se alcançar, e muito difíceis de se deixar…

É muito fácil, por exemplo, pegar o hábito de fumar. Mas é muito difícil largar. Agora, é muito difícil você pegar o hábito de falar bem das pessoas, mas é muito fácil você deixar o hábito de falar bem das pessoas.

Então, bons hábitos vão te conduzir ao sucesso. E maus hábitos vão te conduzir ao fracasso.

E quando eu falo de Sistema de Treinamento, uma das coisas que eu tenho aprendido com este grupo maravilhoso, que nos acompanha já há algum tempo e agora na Multinível do Brasil, é que nós não somos donos da verdade e por isto temos este conceito de time. Nós aprendemos uns com os outros. Quando estamos indo em um caminho que não está muito legal, nós sentamos, conversamos, acertamos a nossa rota e trabalhamos correto. Porque nós entendemos que o negócio é do time.

Nós entendemos que eu não devo construir o “meu” resultado no Marketing de Rede. Eu tenho que construir o resultado dos meus diretos!

Quando você senta com os seus diretos para falar: “Eu quero que você realize os seus sonhos. Quais os seus sonhos? O que você gostaria de alcançar com este negócio? O que eu posso fazer para te ajudar a alcançar estes resultados?” Se eu conseguir ajudar 5, 6, 7 pessoas a chegarem nos resultados delas, eu chego no meu!

Então, isto é que é o importante: Você está focalizando no negócio do “TU”, não no negócio do “EU”.

Uma das coisas que eu também aprendi é que o casamento não é o casamento do “EU”, é o casamento do “TU”. É “o que eu posso fazer para fazer você mais feliz?” Se todos pensassem sempre assim, o mundo seria muito melhor. Nós cortaríamos o egoísmo que, no Marketing Multinível, é um negócio que não funciona.

Então, nós temos que perguntar para as pessoas: “O que eu posso fazer para você ter bons resultados?”

O que me encanta no Marketing de Rede é o resultado, porque eu não acredito em nenhum negócio que seja bom e que não tenha resultado. E isto aí é que é importante nós focalizarmos.

Uma fita é muito boa para você aprender, um livro é muito bom, um evento é super importante, linha ascendente e linha descendente, tudo exerce uma função específica dentro do negócio. Agora, o que mais me entusiasma, o que mais me empolga no negócio, é o resultado. Faça a sua downline dar resultado. Faça com que as pessoas tenham resultados.

Quando uma pessoa trabalha muito no negócio, ganha R$ 10, R$ 20 ou R$ 50, esta pessoa não tem nem cola. Ela cola com saliva. É uma cola assim: colou, qualquer ventinho tira. Se ela começa a crescer no negócio, tem um resultado mais expressivo, aí ela já colou com arroz, macarrão, ou alguma coisa parecida. Aí a coisa começa a crescer mais ainda, e ela começou a ter bons resultados. É uma cola já mais forte. E quando você chega nos resultados R$ 2000, R$ 3000, R$ 4000, já é Super Bonder. Pra arrancar, tem que rasgar o negócio!

Então, o que você faz para o seu grupo ser feliz, as pessoas serem felizes? Faça as pessoas terem resultados. Porque, na verdade, todas as teorias são boas, desde que elas sejam aplicadas e gerem resultados. As pessoas precisam disto. Precisam crescer, aprender e ter resultados. Precisam de cheques maiores.

Por isto, o nosso foco sempre foi voltado para que as pessoas tivessem resultados. E quando você foca realmente nisto, quando você se dá por isto, as pessoas ficam suas amigas porque elas vêem que você quer o bem delas.

Eu acredito que um vínculo, um laço apenas de negócio, é muito mais frágil do que um vínculo da amizade, o vínculo do relacionamento. Quando você tem apenas um vínculo de “parceiro de negócios”, se ele encontrar um negócio que julga ser melhor, ele opta pelo outro negócio. Mas quando ele tem um vínculo de negócios, e também um vínculo de amizade, ele pensa: “tenho que ficar neste negócio para ficar ao lado deste meu amigo”!

Agora, é importante e fundamental que isto esteja sustentado por resultados. Nós entramos para um negócio e, por ser um negócio, temos que visualizar os resultados.

Dentro deste princípio, aquilo que você ouve, aquilo que você lê, aquilo que você vê, se transforma em pensamentos. O que você pensa se transforma em sentimentos, e o que você sente se transforma em comportamento. E o seu comportamento gera os resultados.

Então pense bem: se eu falo que quero ter resultado no negócio, eu tenho que saber o que está entrando pelos meus ouvidos. Eu tenho que saber o que eu estou ouvindo e tenho que saber direcionar. Está certo. Eu posso ouvir tudo, mas tenho que saber reter o que é bom. Eu tenho que ter um filtro. Posso ouvir todas as coisas. E pensar todas as coisas, mas eu tenho que saber reter o que e bom pra mim.

Então, é super importante que você dê ênfase dentro do seu time, que você traga uma linguagem específica para ele, pra que as pessoas se sintam direcionadas. Não que elas não possam ter experiências novas, mas que elas entendam o princípio de crescimento do time. Porque nós estamos em um negócio de time!

E, pense bem: se, dentro de uma grande orquestra, o trombone de vara quer tocar uma música, o clarinete quer tocar outra, a flauta toca outra… você vai ouvir o quê? Com certeza não será uma música! É uma barulheira! Por isto, precisa de um maestro para dar o tom. É assim que funciona, e o negócio vai correndo bem.

Quando eu falo sobre a importância que existe no Sistema de Treinamento, não é um sistema que limita as pessoas, que castra as pessoas, mas um sistema que direcione as pessoas como um time.

Uma das coisas que eu tenho aprendido com todas as pessoas do nosso grupo, com o Denílson Braga e a Fabiana Sande, que são pessoas que nos ajudam muito nesta trajetória, é que o problema do sistema está na dose que você dá. Se você tomar uma Novalgina para dor de cabeça, é muito bom. Passa a dor de cabeça? Passa. Mas se você tomar um frasco inteiro de Novalgina, pode ter que ir para o médico, vai estar passando mal, vai ter que ser medicado. Talvez até morra, porque tomou o excesso!

Na verdade, o problema do Sistema de Treinamento é você trabalhar em excesso. É você colocar as regras acima das pessoas, acima do ser humano. O fator sucesso está no equilíbrio.

Se eu converso com uma pessoa e ala diz: “Não, eu quero fazer da minha forma”. Eu digo: “Vai lá campeão, você pode! Faz da sua forma!”. Ele vai aprender com os erros. Ou, de repente, ele até acerta. E eu posso aprender um pouquinho daquilo que ele fez. Mas eu não vou ficar tentando fazer as coisas. Entendeu?

Por isto, para existir relacionamento dentro do Marketing Multinível, é super importante que você direcione o seu grupo para que eles tenham resultados, para que as pessoas se firmem no negócio cada vez mais. Este relacionamento só é saudável e duradouro se estiver baseado em resultados. As pessoas não vão ficar muito tempo, dois, três, quatro anos, sem resultados. Eles podem continuar sendo seus amigos, mas com certeza não vão desenvolver bem o negócio.

E outra coisa que eu tenho observado ao longo de todo este caminho de cinco anos, é que os covardes nunca tentam. Os fracos ficam no caminho e só os fortes conseguem. Mas isto não é só no Marketing de Rede, é em qualquer área da vida. As pessoas que persistem, que acreditam em si, que acreditam nos seus sonhos e que acreditam no trabalho, conseguem ter grandes resultados.

Eu espero ter contribuído um pouco para o trabalho de vocês. Amo profundamente o Marketing Multinível. Jamais vou desistir desta atividade e me encanta muito poder trabalhar com as pessoas, poder ser um fator de modificação no padrão de vida, na qualidade de vida das pessoas, e poder ajudar o Brasil a ser um país melhor.

Amo todos vocês. Os que concordam e os que discordam, pois é exatamente baseado nesta democracia de concordar e discordar, que a gente vai crescendo cada vez mais, aprendendo um pouco mais uns com os outros.

Renato Beirão é enfermeiro e líder de Marketing de Rede.

* Este artigo é uma adaptação da palestra que Renato Beirão fez no evento Livre Iniciativa 1998. Na palestra anterior, Melck Aquino havia falado sobre “Marketing de Rede na Era da Comunicação” enfatizando o uso da internet.

Fonte: Chance

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Aprendendo a pescar

O líder não precisa de ninguém em especial. É como um pescador, que solta as iscas no mar e espera por algum tempo. Ele quer saber se há peixes com fome na região. Quanto mais imóvel fica a bóia, melhor, pois qualquer movimento brusco espanta os peixes e acaba com a pescaria.

Se o tempo passa e os peixes não tomam a iniciativa, o que ele faz? Parte para outro local e repete o processo, até encontrar um peixe guloso.

O pescador muda de lugar sempre que necessário. Daí, quando a bóia se mexe, o que ele faz? Puxa! Fisga! É assim que funciona.

Se o peixe come a isca sem ficar preso, o pescador admite a derrota na batalha e elogia: “que peixe esperto”! Por outro lado, quando é fisgado, o pescador solta o anzol e o devolve ao mar, como se dissesse: “vê se aprende a desviar das armadilhas, hein?!”

Assim como na pesca esportiva, o líder se diverte ensinando o maior número de pessoas a escaparem das armadilhas. Afinal, cada peixe devolvido ao mar leva a dor e a experiência do que aprendeu.

Neste negócio é a mesma coisa. O líder não perde o seu tempo procurando ninguém. Ele deixa as iscas no caminho e espera que os interessados venham ao seu encontro. Paciência e persistência garantem os resultados.

Sabemos que a melhor “isca” disponível fala de dinheiro, tempo e segurança. Todas as pessoas têm fome de oportunidades e qualidade de vida. Por isso, invariavelmente, encontramos um bom peixe.

Uma vez fisgado, o interessado sente a dor do anzol: desemprego, crise, salário baixo, inflação, dívidas, estresse, chefe e hora extra. A dor incomoda e o peixe pensa que vai morrer, mas o pescador já fez a sua parte. Agora, o peixe é devolvido ao mar com uma ferida exposta e não morre, mas sofre até cicatrizar.

Alguns peixes caem na mesma armadilha duas, três ou cinco vezes. Outros, acabam morrendo de tanto sangrar. Entretanto, existem peixes que assimilam rapidamente a experiência e mudam a forma de pensar. Uma vez curados, aprendem a desviar dos obstáculos e a comer as iscas sem se ferir.

O líder faz o mesmo com seus prospectos: atrai, fisga, fere, ensina e liberta.

Atrair é uma questão de probabilidade e postura. Se você joga a isca certa e mantém a água parada pelo tempo necessário, uma, duas ou cinco vezes seguidas, tem resultados. Quanto mais vezes repete o processo ao longo do tempo, mais peixes de qualidade encontra.

Saber a hora de fisgar é 100% prática. No início, as pessoas têm dificuldades em manter a água parada e tendem a puxar a linha muito cedo. Com isso, perdem- se muitas chances e algum tempo para aprender.

Puxar a linha com muita força também é um risco, pois a linha se rompe e você perde até o anzol.

O segredo, então, é manter-se atento para notar pequenas variações na água. Quando isso acontece, basta puxar corretamente. Os peixes mordem a sua isca e não têm como escapar. É simples, mas requer algum treino.

Ferir, por sua vez, é só uma figura simbólica. Significa que o líder não poupa ninguém dos desafios e adversidades do caminho. Aliás, quem fere é o anzol, e não o pescador. O papel do líder é lançar desafios e mexer com os brios do aprendiz, para que ele comece a caminhar com as próprias pernas.

O líder sabe que a dor do crescimento é uma experiência necessária. Cair diante de um obstáculo, muitas vezes, é o impulso que precisamos para nos levantar e superar os nossos próprios limites. Por isso, quanto mais rápido atravessamos essa fase, melhor.

Uma vez ferido, o aprendiz decide ouvir o líder. É a hora de ensinar, através de todos os meios — materiais, eventos e exemplos — tudo o que é necessário saber para desenvolver esse negócio.

A fase do ensino é a mais demorada, pois requer um acompanhamento freqüente, por vários meses seguidos.

Somente quando o aprendiz está totalmente formado, com experiência acumulada em todas as fases do negócio, ele se torna seguro. Até lá, o líder é quem deve cuidar da organização e manter um olhar atento sobre o seu grupo.

O papel do líder termina aí. Quando o aprendiz completa o ciclo, é a hora de devolvê-lo ao mar, para que ambos possam voltar à pescaria. Isso sim é duplicação.

Em quanto tempo acontece? Depende do líder e do aprendiz. Quanto mais cedo o peixe aprende a escapar do anzol, mais cedo ele se liberta.

Uma vez curado das dores, o aprendiz começa a crescer com mais tranqüilidade e consistência.

Fonte: Chance

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A importância do Fator R

Em qualquer empreendimento, o sucesso depende de trabalho. No entanto, vemos algumas pessoas trabalharem arduamente em suas oportunidades de Marketing de Rede e, mesmo com um trabalho aparentemente correto, não conseguirem alcançar o sucesso desejado.

Podemos, então, concluir que existem outros fatores, além do trabalho, envolvidos na “fórmula de sucesso” do Marketing de Rede?

Acredito que sim. E chamarei um destes fatores de “Fator R”.

O que é o Fator R?
Além de dinheiro, o MLM é uma fonte inesgotável de experiências emocionais. Ao longo deste negócio, você irá sentir raiva, compaixão, melancolia, alegria, tristeza, euforia, amor, entusiasmo, surpresa, esperança…

Ter consciência e controle de suas próprias emoções é fundamental para o sucesso pessoal e empresarial (este é um conceito que tem sido amplamente discutido com o nome de Inteligência Emocional). As emoções são o tempero da nossa vida. Estamos sempre entre o racional e o emocional, em um equilíbrio delicado ou, por vezes, inexistente.

Além de nossas próprias emoções temos que desenvolver a capacidade de lidar e compreender as emoções de outros. Precisamos criar um entrosamento, ser entendido pelos outros e desenvolver a capacidade de entendê-los; ou seja: precisamos nos relacionar.

Os negócios, como em tudo na vida, são atividades sociais. Um vendedor, por exemplo, não consegue efetuar uma venda sozinho. Alguém tem que comprar o que ele quer vender.

Creio que você concorde que o Marketing de Rede é um negócio em que, ainda mais que nos outros, os relacionamentos são fundamentais. Então vamos definir esta característica como Fator R (relacionamentos). A arte dos relacionamentos é, em grande parte, a aptidão de lidar com as emoções dos outros.

À primeira vista, pode parecer quase um paradoxo pensarmos em uma oportunidade de negócios tão fortemente baseada na emoção, mas no MLM — além do nosso próprio desenvolvimento — nós temos a grande oportunidade de contribuir para o crescimento profissional e pessoal de várias outras pessoas, através de um modo de pensar que estimula a superação de desafios, de forma positiva e eficaz.

Logo, a criação de relacionamentos em bases reais é fundamental.

Os co-fatores
O desenvolvimento do Fator R de qualidade (relacionamentos sólidos de amizade e respeito) depende, entre outros, de dois co-fatores principais:

1. Co-fator P (Patrocínio bem feito)
Patrocinar não é simplesmente o mesmo que recrutar…

O recrutador é aquele que convence pessoas a assinarem o contrato com uma empresa de Marketing de Rede. Ele está sempre procurando um grande líder. Espera um dia encontrá-lo e convencê-lo a assinar o contrato.

O recrutador vende contratos e, após efetuar sua venda, dá-se por satisfeito, saindo a procura de outros líderes em potencial.

O patrocinador, por sua vez, sabe que quando uma pessoa assina o contrato o seu trabalho apenas começou, pois ele não espera encontrar o “grande líder” pronto e sim ajudar na sua formação.

O patrocinador é um professor/mentor que quer treinar e fornecer as ferramentas necessárias para formar pessoas bem sucedidas neste negócio.

Assim, o contato do patrocinador é constante, não se limitando a assinatura do contrato. Isto proporciona relacionamentos mais sólidos e duradouros.

2. Co-fator C (Caráter dos envolvidos)
Marketing de Rede é uma atividade ética que, como toda atividade humana, pode ser desenvolvida por pessoas não-éticas. Nem todos que chegam a níveis elevados são necessariamente “boas pessoas”. E isto nos deixa uma reflexão interessante: até que nível uma pessoa “anti-ética” pode chegar neste negócio? Será que existe alguma triagem?

É muitas vezes visível o esvaziamento do conteúdo ético no discurso de alguns líderes, os quais tornam-se verdadeiras armadilhas emocionais.

Infelizmente, algumas pessoas com carisma utilizam isto para manipular emoções e criar falsos Fatores R.

O que se torna ainda mais visível em tempos de crise dentro do negócio — sim, o Marketing Multinível também pode ter períodos de “baixa” (aqui podem ser citados, além das oscilações naturais, os momentos que podem gerar uma crise aguda: saída de grandes lideranças de sua organização ou mesmo dificuldades administrativas/financeiras da empresa).

Existência e perigos do Fator R artificial
Portanto, nem tudo que parece ser Fator R é verdadeiro. Ou melhor: há muito Fator R falsificado no mercado!

Utilizando-se técnicas comportamentais e de neurolingüística, não é tão difícil causar uma boa impressão. Em um único contato, ou em um curto convívio, estas técnicas funcionam bem e podem criar uma impressão favorável. Contudo, se não há integridade e uma preocupação real com o bem-estar das pessoas do seu convívio, os desafios diários farão com que a verdadeira motivação (manipulação para o lucro) venha à tona, levando o relacionamento ao fracasso.

Então, a escolha é: devo desenvolver meu caráter de forma a ser íntegro e humilde ou simplesmente desenvolver técnicas que levem os outros a gostarem de mim? Ser autêntico ou manipulador? Qual é a sua escolha?

Sem essa de jogar limpo só para ser simpático. Devemos acabar com a falsa fachada, gentileza que espera retribuições; pessoas que só são amáveis porque querem ser consideradas amáveis e não por sentirem o impulso interior para a amabilidade.

Alguns “líderes” chegam a pregar a desagregação familiar como acontecimento normal — quase um pré-requisito — para se alcançar sucesso no negócio: “você deve se afastar dos negativos”, “os ladrões de sonhos moram na sua casa”.

É inadmissível incentivar brigas familiares e o fim de amizades porque estas pessoas disseram “não” para o negócio.

Cresça! Para ser respeitado, respeite as opiniões alheias, mesmo que diferentes das suas. Os relacionamentos não precisam ser quebrados, talvez redimensionados e colocados na base da confiança e respeito. E isto deve partir de você.

Você não deve esperar que os outros simplesmente lhe compreendam. Mostre-lhes o seu ponto de vista e ajude-os a compreendê-lo mesmo que esta não seja a opção deles.

Tenha mais amigos com o negócio e não simplesmente substitua os antigos. Encontre-se com pessoas de fora do negócio. Isto enriquecerá ainda mais a sua vida com outros pontos de vista.

É preciso equilíbrio e bom senso, principalmente, em uma das ferramentas mais poderosas do Marketing Multinível: o Sistema de Treinamento.

Sistemas de Treinamento de qualidade equilibram a técnica e a motivação. Sistemas de Treinamento ruins exploram em demasia o aspecto motivacional e criam um Fator R artificial!

Faça parte de um negócio e não de um culto. Qualquer Sistema de Treinamento que cria fanáticos é um mau Sistema de Treinamento. Marketing Multinível não é um movimento espiritual. Há pessoas que são verdadeiras prisioneiras. Prisioneiras do sonho.

Acredito que o negócio é para ser libertador e não para ser uma nova prisão.

Não devemos nos viciar na crise (pensamento negativo) nem no processo de cura (pensamento positivo).

Até parece que quanto mais sofrimento houver durante a construção do negócio de destas pessoas, maior será a sua recompensa.

No entanto, não é assim. Acredite, o seu cheque será de acordo com a movimentação sua e do seu grupo e não de acordo com o seu sofrimento. Então, se houver dificuldades, tudo bem, vamos superá-las sim, mas não fazer parecer que a dor é necessária ao sucesso.

Espera aí!!! Mas as pessoas bem sucedidas não tem tendência a fazer grandes sacrifícios? Sim, mas isto é bem diferente de você dizer que as pessoas que fazem grandes sacrifícios tendem a ser bem-sucedidas…

O que deve ser valorizado é a garra e não a dor. De outra forma você pode se ver daqui a algum tempo esgotado física, emocional e financeiramente. Além de perder a sua identidade e capacidade de pensar de forma independente.

Não adianta ter o respeito dos outros (líderes do Sistema) se você não tem o seu próprio respeito.

Mais do que Dinheiro
O bom relacionamento com as pessoas será conseqüência de tratá-las bem. Paciência e compreensão são importantes. Você não fará amizades intensas com toda sua rede (principalmente quando ela já estiver imensa), mas as pessoas confiarão mais se você souber respeitá-las.

O Fator R é fundamental para o sucesso no MLM. No entanto, uma pergunta é importante: estes relacionamentos, no seu caso, estão sendo criados em cima de qual base? Interesse comercial?

Quero que você me compreenda. Não penso que você seja tão ingênuo a ponto de pensar que não existe nenhum interesse comercial em ajudar as pessoas da sua organização a serem bem sucedidas. É óbvio que há. O Marketing de Rede não é uma obra assistencial, e sim uma oportunidade de negócios.

A grande diferença é que está baseada no princípio do “ganha-ganha” e da interdependência. Você ajuda outras pessoas a terem sucesso financeiro e isto aumenta o seu sucesso financeiro.

Você não pode colher lealdade e consideração da sua rede se não plantou. Mais do que dinheiro, você tem que investir suas emoções.

Seu desenvolvimento no negócio não deve ser encarado somente pelo lado financeiro, deve haver crescimento pessoal. De outra forma você estará tratando o MLM como mais um negócio tradicional e não entenderá o que é ajudar pessoas. Será maduro no dinheiro, mas imaturo no crescimento pessoal.

Não é possível haver transformação real da pessoa se não houver transformação interior. Se você é um recrutador ou uma pessoa que pretende fazer o negócio de forma impessoal (estritamente profissional, alguns diriam), você não constrói relacionamentos.

Você se relaciona com as pessoas da sua linha ascendente e descendente para formar uma equipe. Se você não constrói um relacionamento pessoal forte com a sua linha descendente o que acontece? Eles olham para o outro lado da cerca e comparam produtos pelos seus ingredientes ou empresas pelo tempo de mercado, número de distribuidores, ou qualquer outra coisa. Entretanto, quando você constrói relacionamentos, sua linha descendente irá levar estes relacionamentos também em conta. E se houver um bom relacionamento (e o negócio também for bom) você terá lealdade da sua organização.

Pense comigo: se a decisão por uma empresa de Marketing de Rede fosse baseada única e exclusivamente em aspectos objetivos, porque haveria tantas empresas? Só nos E.U.A. temos, hoje, mais de 5.000 empresas em atividade, dezenas atuando nos mesmos nichos de mercado.

Há companhias que são verdadeiros “dinossauros” e que, de outra forma, já teriam se extinguido como seus amigos répteis, pois ficam em visível desvantagem quando compara-se os seus planos de compensação, sistemas de distribuição e flexibilidade com algumas companhias mais novas.

No entanto, estas companhias continuam tendo excelente taxas de vendas (e lucros). Por quê? Porque as suas lideranças entendem que este é um negócio de relacionamentos. Não é o simples fato de um plano de compensação pagar 1% a mais, um produto ser um pouco melhor, ou o Sistema de Treinamento ter um recurso a mais que faz a diferença.

Os relacionamentos são fundamentais, porém precisamos estar atentos para que a criação destes relacionamentos não se torne uma armadilha para que pessoas permaneçam no negócio durante vários anos sem nenhum resultado. Qual é a linha divisória? A linha divisória é a honestidade: o Fator R verdadeiro…

Denílson Braga é Farmacêutico, Empresário e Pesquisador de MLM.

OBS: Texto adaptado da edição Nº 18 (dezembro de 1998), do extinto Jornal Estágio 10.

Fonte: Chance

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Vontade de fazer

De manhã, quando acordamos, temos duas opções: levantar ou ficar mais um pouco na cama. Se em nossa cabeça estiver uma necessidade como a fome ou a vontade de ir ao banheiro, simplesmente atiramos as cobertas para o lado e levantamos. No entanto, se o que prevalece é à vontade de ficar dormindo, simplesmente pensamos que só mais uns minutinhos não vão fazer nenhuma diferença.

Sabemos que temos que levantar e sabemos da importância de se iniciar o dia bem cedo, para aproveitar as oportunidades, mas preferimos ficar na cama. Por quê? Simplesmente porque é o que queremos naquele instante.

Se no exemplo citado acima acordarmos com fome, ficar na cama não é mais uma opção. Se a necessidade for ir ao banheiro, ficar na cama também deixa de ser uma opção.

Só fazemos as coisas quando queremos, quando temos a disposição e a vontade de fazer. Caso contrário, inventamos dezenas de desculpas para não fazer.

Sabemos que precisamos de saúde e de exercícios físicos, mas se não estivermos dispostos e quisermos fazer estes exercícios para melhorar a nossa saúde, não há forças neste mundo que consigam nos obrigar a iniciá-los e, pior ainda, nos manter fazendo estes exercícios.

Penso que preciso emagrecer, mas como não quero parar de comer, o que acontece? Uma avalanche de desculpas para justificar o fato de eu nunca começar.

Penso que tenho uma visita para fazer, mas não quero sair de casa hoje, o que acontece? Uma enxurrada de desculpas para não precisar sair.

Sempre prevalece a nossa vontade. Não existe motivo para desculpas quando estamos fazendo o que queremos, mas quando não queremos tudo é motivo para não fazer.

Se no momento em que tivermos que fazer uma determinada tarefa, não estivermos dispostos ou com vontade de fazer, não interessa a necessidade e nem a obrigação de realizar, porque simplesmente não vamos fazer.

Sabemos que precisamos e queremos ter dinheiro, mas não basta fazer planos e saber que temos que cumpri-los, não basta saber que para termos sucesso neste negócio de marketing multinível precisamos trabalhar, precisamos prospectar, falar e visitar as pessoas, ir a reuniões, viajar, vender e recrutar. Sabemos de tudo isto, mas temos que ter consciência que precisamos querer fazer tudo isto, saber se estamos dispostos a fazer tudo isto. Porque a partir do momento que decidimos o que queremos, “não fazer” deixa de ser uma opção.

Se você pensa que quer, mas está arranjando desculpas para não precisar fazer, é melhor reavaliar suas decisões. Parar por um instante e decidir o que realmente você quer, porque se não existir à vontade de fazer, simplesmente não será feito. Nada acontecerá e desta forma você estará somente se iludindo, perdendo tempo e, o pior de tudo, maculando a imagem que faz de si próprio, simplesmente porque de forma inconsciente estará sabotando o seu próprio sucesso. Não terá resultados e se culpará, se achando preguiçoso, displicente, relaxado, indisciplinado, incapaz, desorganizado e até mesmo um fracassado. Quando, na verdade, você não esta fazendo o que realmente quer, e sim o que pensa que quer.

A diferença é que, quando realmente queremos, não há nada que nos impeça de conseguir o que queremos. O que infelizmente não ocorre quando estamos em dúvida ou não temos certeza suficiente.

Luiz Carlos Bueno dos Santos é empresário e líder de Marketing de Rede.

Fonte: Chance

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Sem tempo para ter tempo

Como diz um amigo meu, na maioria das vezes “tempo é preferência”.

Em geral, quando uma pessoa recebe um convite para alguma coisa que, a princípio, não lhe é atraente, a rejeição é demonstrada através de uma desculpa, normalmente relacionada à falta de tempo. Muitas vezes, aquilo que se rejeitou foi trocado por algo que interessava mais a ela. Exemplo: trocar uma reunião de condomínio por um churrasco.

Outros, no entanto, levam de fato uma vida corrida ao extremo, a ponto de não sobrar mesmo muito tempo livre. Alguns trabalham em mais de dois empregos e acabam se prendendo a um círculo vicioso como de um carrossel, a famosa “corrida dos ratos”. Sair dela é um tremendo desafio, que muitos não vencem e terminam a vida presos nela.

Querem ter tempo para curtir a vida, os filhos, a família; aproveitar o que a vida tem de bom; conhecer lugares que ainda não conhecem por esse mundão afora; tirar férias prolongadas várias vezes por ano, sem ter que prestar contas a ninguém; enfim, viver plena e intensamente, no sentido mais literal da palavra. Todos merecem, todos poderiam, mas nem todos estão dispostos a pagar o preço que custa a conquista desta tão sonhada liberdade.

Muitos dizem que grandes oportunidades, do tipo que dão guinadas de 180º na vida de uma pessoa, costumam bater na porta uma única vez. Bem, não é isso que vemos acontecer àqueles que não vedam seus olhos e que insistem em procurar enxergar e analisar com atenção tudo que se passa ao seu redor.

Grandes oportunidades pairam à nossa volta, a qualquer tempo, e às vezes nos são apresentadas até de bandeja para facilitar. Mesmo assim, muitos não as reconhecem e as rejeitam. Pior, saem reclamando de seu infortúnio, de sua falta de sorte, que dão um duro danado, mas Deus não os ajuda. Até botam a culpa Nele e apóiam-se em álibis para justificar suas esquivas.

Essas pessoas já foram apresentadas ao Marketing Multinível e rejeitaram a oportunidade mais de uma vez. Porém, na maioria das vezes, isto acontece por falta de informação ou conceito pré-concebido erroneamente: “me falaram que este negócio é assim ou assado”.

No entanto, no momento em que se entende, de fato, é impossível não se entusiasmar diante da grandiosidade desta oportunidade. Diante da possibilidade de resgatar sonhos que já haviam sido descartados. Quando se entende, verdadeiramente, esta fantástica indústria, volta-se a sonhar e acreditar na realização desses sonhos, sem ter que depender de uma ajudazinha da Loteria.

Assalariados que labutam muito mais de oito horas por dia, por um salário minguado no final do mês, e que não tem tempo para viver — pois trabalham para sobreviver, para comer e pagar as contas —, são os que têm mais motivos para pensar com carinho na possibilidade de desenvolver o MMN.

Não tem tempo? Pois precisam dar um jeito de “arrumá-lo”, se querem realmente conquistar o tempo que não têm hoje. Precisam entender que o fim justifica os meios.

Precisam acreditar e se apaixonar, para agregar de alguma forma esta atividade ao seu dia-a-dia, e isto tem que ser uma coisa natural. Não se pode trabalhar com o MMN sem acreditar nele, pois caso contrário não se obterá êxito.

É claro que não vai ser fácil. Os resultados não cairão do céu, sem empenho e dedicação. É preciso trabalhar duro. No começo, seu fardo pesará ainda mais, pois é trabalho dobrado. É um trabalho a mais, agregado ao velho “trampo”, mas é preciso.

Se manter o foco, a disciplina, a perseverança, a persistência e, acima de tudo, conservar seus sonhos bem vivos em sua mente, verá que vale muito a pena!

Verá que eles estão logo ali, ao seu alcance, esperando para serem arrebatados.

Lembre-se: aqueles que menos têm tempo para desenvolver o MMN são os que mais têm motivos para fazê-lo!

Rogério Verinaud é Publicitário e Distribuidor Líder de Marketing Multinível.

Fonte: Chance

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O sucesso é possível

O que é preciso para se ter sucesso? Para uma resposta mais específica, seria necessário conhecer as nossas principais dificuldades, saber quais são os nossos maiores problemas, identificar o que nos atrapalha e… pensando bem, no que isto realmente nos ajudaria? Quando foi que alguém chegou ao sucesso fixando-se nos problemas ou valorizando as dificuldades?

Quem pretende atingir um objetivo, fixa seu foco e sua atenção em tornar os seus desejos e sonhos em realidade. É lógico que precisamos conhecer e saber quais são as nossas limitações, mas unicamente como forma de possibilitar nosso crescimento e nosso desenvolvimento pessoal.

Você já definiu qual é o seu objetivo? Qual é o seu desejo? Qual é o seu sonho? O que você quer?

A partir do momento em que estas respostas forem encontradas, é preciso dar o próximo passo, partir para a ação e torná-las realidade, concretizá-las.

Definir exatamente o que você quer e em quanto tempo pretende atingir estes objetivos. Descobrir o que é preciso ser feito para realizá-los. Estabelecer uma estratégia, elaborar um plano de metas verossímil e possível para um período específico, dividindo-o em anos, meses, semanas e dias.

De forma geral, podemos afirmar que para se ter sucesso é necessário ter a atitude certa. É preciso ter a atitude de querer mudar de vida, de fazer um plano de ação, de colocar este plano em prática, de buscar os resultados, de fazer o que é preciso sempre que é necessário, sem procrastinar, sem desanimar e sem desistir.

É de extrema importância, antes que o plano seja iniciado, uma mentalização das tarefas que serão realizadas. É preciso se ver em atividade, em ação, executando as metas e realizando os seus objetivos.

É preciso estar preparado para as atribulações, para os problemas e para as dificuldades. Elas com certeza ocorrerão, mas é primordial manter-se firme atrás do cumprimento das metas que você mesmo atribuir.

Se os problemas não nos conduzem ao sucesso, temos que contorná-los, pois quando afastamos os problemas do nosso foco, conseguimos visualizar as alternativas e podemos nos concentrar nas soluções.

Concentrados nas soluções, conseguimos pequenos sucessos e adquirimos a confiança e a certeza que é possível obter o que se deseja, passamos a acreditar em nossa capacidade e em nosso potencial.

Não se deve titubear durante o trabalho e nem ser complacente com os pequenos fracassos, ou seja, não perder tempo se desculpando por não ter conseguido, mas sim aproveitar o tempo que tiver em fazer o possível (e o impossível) para não precisar se desculpar, fazendo simplesmente o que precisa ser feito.

Os seus resultados é que determinam o seu sucesso. Portanto, não esmoreça diante das dificuldades, faça a diferença, mantenha uma atitude vencedora, seja positivo. Lembre-se da importância em se manter olhando para cima se deseja subir, só não esqueça de examinar onde está pisando.

Estabeleça um ponto de referência, analise seu objetivo e descubra quem conquistou o que você quer ou está onde você quer chegar e rume para lá seguindo os seus exemplos e seus passos. Fixe sua atenção e seu foco para onde você está indo, e mesmo que os obstáculos apareçam, não os deixe impedir o seu caminho. Seja como a água que, diante de um obstáculo, o contorna mantendo firme o seu caminho para o mar.

O que deve ser intransponível é a sua vontade de conseguir atingir os seus objetivos e obter o que você quer.

Portanto, voltando a pergunta inicial, o que é preciso para se ter sucesso?

Podemos afirmar que, para isto acontecer, basta transformar os seus sonhos e os seus desejos em realidade, pois certamente os resultados obtidos nesta desafiadora empreitada trarão a você um estrondoso sucesso.

Luiz Carlos Bueno dos Santos é líder de Marketing Multinível.

Fonte: Chance

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O Empreendedor Campeão

Este texto é dedicado ao empreendedor campeão, que mostra plano todos os dias, sem restrição de tempo, clima ou local. Onde quer que seja, como quer que seja, quando quer que seja, lá está ele, com seu quadro, sua maleta e seus sonhos…

Voltando de um plano à noite, o empreendedor campeão percebe, nas casas das pessoas, os fachos de luz das televisões apresentando aquele programa que antes era o seu preferido. Escutando lá longe a música da vinheta do programa, ele se lembra o tempo em que ficava em casa depois do trabalho, assistindo televisão.

Ele olha à sua volta e bate um enorme desejo de estar em casa, abraçado à esposa e aos filhos. Uma saudade acentuada pela demora do ônibus, afinal já é quase meia-noite e as linhas diminuem. Então, ele vai para o ponto e procura um banco para sentar. Não encontrando, senta-se na maleta, equilibrando-se e usando o quadro como apoio. Ele aproveita o tempo para ler mais algumas páginas daquele livro de neurolingüística e, encontrando alguma coisa importante, anota no livro ata*, esperando passar o novo conhecimento para o grupo.

Daí, finalmente vem o ônibus, que quase passa direto. Ele corre meio que atrapalhado e entra na condução, olha a cara de sono do cobrador e boceja (lembrou que estava com sono). Procura um banco perto da janela e senta, colocando a pasta no seu colo e o quadro do seu lado. O balanço do ônibus faz despertar uma velha e incômoda companheira chamada “fome”, que o faz lembrar daquele sanduíche que tinha guardado na pasta. Tudo bem, está meio amassado, mas o estômago não liga. Quando acaba de comer, vem outro companheiro chamado “cansaço” que o faz deitar a cabeça no banco e balançar junto às curvas da estrada. Ele pensa nos compromissos de amanhã, e ainda arruma forças para dar mais uma olhada no livro ata*. Daí, se pega imaginando-se na viagem dos sonhos com a família:

— Faria tudo de novo agora mesmo, se fosse preciso — pensa o empreendedor campeão.

No decorrer da viagem, ele acorda e olha para o relógio pensando em encontrar a esposa acordada para dar-lhe um beijo, um abraço e contar como foi o plano. Ele também quer saber como foi o seu dia. Mas se esquece de que já é quase um novo dia. Abre a maleta e vê a foto do filho e da esposa. Pára, olha por alguns minutos e, nesta hora, daria tudo para chegar em casa mais rápido.

Chegando no seu bairro, o empreendedor campeão percebe a rua deserta e sente-se solitário, bate uma solidão, uma sensação de diferença que o faz refletir. Nesta hora, ele se recorda de um treinamento que dizia: “o sucesso é construído à noite! De dia as pessoas fazem sempre o que estão fazendo!” Isto o fez entender que não era solidão, e sim a “dor do crescimento”, a separação do cascalho e do Diamante, revigora-se o campeão.

Ele passa a mão na testa suada e cheia de poeira, olha para o céu estrelado e com um leve sorriso agradece ao Criador por mais um dia de trabalho. O empreendedor campeão sabe que não está só, ele sabe que estas coisas acontecem todos os dias e noites, são pessoas que buscam um resultado além daquele da maioria.

Enquanto as pessoas estão reclamando da vida, e aproveitando momentos de alegria passageiros, você sobe no palco e, cada passo que dá, o faz lembrar de cada momento importante da sua conquista.

Você acreditou, lutou e ganhou! Um novo pin** é seu, o palco agora é o seu lugar, uma lágrima escorre pelo seu rosto, uma lágrima que renova todas as suas forças, que te faz sonhar mais e mais. Sua vontade se torna maior, mais forte. Esta lágrima tem sabor de liberdade! Parabéns, você é um empreendedor campeão, que sabe que qualquer esforço vale a pena na realização dos objetivos, e que faz sua própria vida e a vida de outras pessoas valerem a pena! SUCESSO!!!

Fabrício Almeida é líder de Marketing de Rede.

* Livro Ata: espécie de diário onde o empreendedor anota tudo o que diz respeito ao seu negócio, metas, sonhos e planos.

** Pin: distintivo de lapela para reconhecimento das qualificações.

Fonte: Chance
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Assuma seu papel

Quando iniciamos um negócio multinível, surgem várias perguntas. Afinal, estamos diante de algo desconhecido que nos acena com a oportunidade de realizarmos nossos sonhos. Essas perguntas precisam de respostas convincentes, pois queremos saber se esse é o “veículo” que nos conduzirá aos nossos objetivos.

Assim ocorre com todas as pessoas, inclusive com nosso convidado. Ele quer saber o que é marketing de rede, que empresa é essa, se o negócio é legal e se ele pode fazer isso. Essas dúvidas precisam ser sanadas rapidamente para não correr o risco de perder o prospecto.

A grande maioria das pessoas não sabe ou não conhece o marketing de rede. Outros têm informações distorcidas e imaginam o marketing de rede como pirâmide ou qualquer outra coisa que tem como objetivo único lesar os participantes. É natural que queiram saber o que é marketing de rede e se é legal. Esteja preparado para esse momento, pois as informações precisam ser dadas e esclarecidas para que o convidado possa se engajar com todo o empenho.

O que é essa empresa? Quem é essa empresa que oferece bonificações tão significativas? Será que isso é verdade ou essa empresa quer apenas que eu compre o kit? Você, na qualidade de empreendedor, de líder, de alguém que quer conquistar seu lugar ao sol, precisa mais do que ninguém, conhecer a sua empresa, os produtos, o plano de compensação e saber as respostas para essas perguntas, pois ao menor titubeio você perde seu convidado. Se você quer atingir o sucesso em um negócio multinível, ajude seu convidado e conduza-o ao sucesso.

Não importa qual a empresa que você está cadastrado, o que importa é a convicção que você tem com relação à empresa e a oportunidade que está levando aos seus convidados. Essa é a melhor empresa, a que está dentro de você. Não se engane, antes de “vender” a empresa, você precisa se “vender”. Se o seu convidado ou cliente te “comprar”, você já conquistou metade do caminho. A outra metade ficará na dependência do seu poder de fechamento.

Lembra-se de quando iniciou seu negócio multinível e sua família e seus amigos disseram para sair fora, que você estava louco, que isso era uma roubada, que você tinha que procurar um emprego de carteira assinada e você pensou em desistir? Pois é, isso vai acontecer com seu convidado. Ele vai entrar em “parafuso” e pensará ser ou não capaz de fazer isso. Ficará dividido entre a oportunidade e o que lhe falaram. Isso envolve a auto-estima de seu convidado e cabe a você, como líder que é, ajudá-lo a enxergar-se capaz e que só depende dele conquistar ou não, seus objetivos.

É uma situação delicada e é preciso que você o ajude a vencer esse conflito. Afinal, quem levou a oportunidade foi você. O papel do patrocinador é ajudar, formar e desenvolver o convidado. A sua organização precisa estar preparada para enfrentar os obstáculos.

Perseverar é o que fará qualquer pessoa atingir o objetivo. Observe um bebê no chão aprendendo a andar. No início, tenta levantar a cabeça, apoiado nos braços, levanta e cai, levanta e cai, bate a cara no chão, chora, tenta de novo, firma-se. Aí aprende a engatinhar. Engatinha por toda a casa, esfola o joelho e descobre que pode ficar em pé apoiando no sofá, na parede e nos móveis. Cai inúmeras vezes, mas ele continua. Descobre então que pode andar sem se apoiar e cai outras tantas vezes, chora, se irrita, mas continua. Então, aprende a andar, a correr, a pular, a falar, cresce, quebra a cara e desiste dos sonhos. Esqueceu-se de que a perseverança o acompanhou por toda a sua vida. Quanto tombo levou para aprender a andar e nunca desistiu. No momento crucial de sua vida, depois de tanta experiência, desiste diante dos obstáculos.

É preciso voltar a ser perseverante como nos tempos de bebê. Somos grandes e a vitória está dentro de nós. É preciso vencer os “fantasmas” e ir à luta. É preciso fazer o que tem de ser feito.

Nascemos com o necessário para triunfar. DEUS nos deu a capacidade de sonhar e também a capacidade de realizar. Tente quantas vezes for necessário, persevere, tente até acertar.

Claudinei Costa é empreendedor e palestrante.

Fonte: Chance

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